sexta-feira, 18 de julho de 2014

Boletim Informativo, 20 de julho de 2014

O Sistema da Igreja Presbiteriana do Brasil

Rev. Cleverson Gilvan


        
    Nesta semana está reunido em Natal o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. Esta é a sua reunião ordinária que acontece a cada quatro anos e avalia os trabalhos de toda a denominação no território nacional e até mesmo internacional. Mas você sabe como funciona o sistema de governo presbiteriano?
            A Igreja Presbiteriana recebe esse nome basicamente por causa do seu sistema de governo. Ela é uma igreja governada por presbíteros, eleitos pela Assembleia da Igreja local que tem toda liberdade no processo eleitoral, devendo contudo procurar eleger aqueles que preencham os requisitos bíblicos do presbiterato e estejam de acordo com o sistema doutrinário e de governo da Igreja.
            Os presbíteros podem ser regentes (os que administram) e docentes (os que ensinam – pastores). Os regentes são eleitos pela igreja e os docentes são indicados pelo presbitério, podendo, contudo, ser também eleitos pela igreja local.
            Nosso sistema doutrinário é confessional, o que significa dizer que nossa doutrina é exposta em uma Confissão de Fé, no nosso caso a Confissão de Fé de Westminster - http://www.monergismo.com/textos/credos/cfw.htm. E tem também como símbolo os catecismos maior e breve de Westminster. Todos os oficiais eleitos devem conhecer e subscrever o ensino dessas confissões.
            No nosso sistema de governo não existe hierarquia de pessoas, mas de concílios. E eles são:
1.      Conselho da Igreja local;
2.      Presbitério – Que se forma a partir da reunião de igrejas de uma mesma região geográfica;
3.      Sínodo – Que se forma a partir da reunião de, pelo menos, três presbitérios
4.      Supremo Concílio – Que é formado pela representação de todos os presbitérios do Brasil. Note que a representação no Supremo não é do Sínodo e sim do Presbitério.
            A Igreja Presbiteriana de Patrocínio está filiada ao Presbitério Alto do Paranaíba, presidido atualmente pelo Rev. Cleverson e que tem por sede nossa igreja. Já nosso presbitério (PAPB) está jurisdicionado ao Sínodo Triângulo Mineiro (STM), presidido pelo Rev. Emerson Mirando, da 9ª Igreja Presbiteriana de Uberlândia e todos fazemos parte do Supremo Concílio de nossa Igreja que é presidido pelo Rev. Roberto Brasileiro.
            A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma Igreja Reformada, herdeira do movimento do século XVI e fiel ao ensino dos apóstolos como encontrado nas Escrituras Sagradas. Por isso, eis alguns de seus principais fundamentos - 1.1 Sola fide (somente a fé); 1.2 Sola scriptura (somente a Escritura); 1.3 Solus Christus (somente Cristo); 1.4 Sola gratia (somente a graça); 1.5 Soli Deo gloria (glória somente a Deus).


Avisos

Reunião do Supremo Concílio da IPB
Desde o ontem o Supremo Concílio de nossa igreja está reunido na cidade de Natal/RN. Os representantes do nosso presbitério são os presbíteros Natanael e Saulo (Vila Constantino) e os pastores Rev. Cleverson e Rev. Jairo. Você pode acompanhar ao vivo a reunião acessando o link - http://www.ipb.org.br/tv2

Aniversário da Igreja Presbiteriana de Patrocínio
O aniversário de nossa igreja será celebrado nos dias 09 e 10 de agosto. Este ano completaremos 66 anos de organização eclesiástica. O pregador na ocasião será o Rev. William Lace Lane. Marque na sua agenda e convide seus amigos.

Departamental da SAF
Nossa reunião será no dia 25, sexta-feira, na nossa igreja às 19:30 horas. Na oportunidade se reunirão os departamentos Vitoriosas Por Cristo e Heroínas da fé, em conjunto. Cada sócia deverá trazer o seu talento e celebraremos nosso amigo oculto. Também haverá levantamento de ofertas para a Missão Caiuá.

Executiva da SAF
Nossa executiva será no dia 30 de julho, às 14:30 horas, no salão social da Igreja.

Precisamos de sua ajuda.
A mãe da Delza, D. Zaida, está necessitando de fraldas geriátricas confort tamanho G. Se você puder ajudar com um pacote de fraldas ou mesmo qualquer quantia em dinheiro, favor repassar para a Junta Diaconal.

Intercessão
- Hugo (irmão Lea Siqueira), saúde
- Leivi e família

Reunião de Oração – Escola Dominical
Convidamos aos professores, e todos oficiais da Escola Dominical para juntos estarmos orando pela vida dos alunos e o bom andamento da mesma, para que acima de tudo o nome do Senhor seja proclamado. Terça-feira (22/07) as 19:30h. Te aguardamos.

Ficha Familiar
Solicitamos aos irmãos que ainda não atualizaram a Ficha Familiar que o possam fazer o mais rápido. Nosso desejo é atualizar a escala de aniversariantes, endereço, telefone, etc.. Pegue a ficha no rol de entrada do templo e entregue para um dos diáconos ou deixe no gazofilácio.

Construção e Reforma
Estamos avançando em nossos projetos de Construção e Reforma. Mas chegou a hora de contribuirmos com nossos dízimos e ofertas. Não há recursos suficientes para essa nova  fase, mas você pode ajudar com sua oferta em espécie ou em material. Procure o pb. Natanael ou o pb. Carlos Brasileiro e faça sua oferta.


ESCALA JUNTA DIACONAL -
CENTRAL E CONGREGAÇÕES
 JULHO

Alto da Estação
Filadélfia
Manancial
Central
20-jul
José Rodrigues
Mardoqueu
Jonathas
Carlos
Luiz
Francisco
Rúbens
27-jul
Josué
José Humberto
Mardoqueu
Francisco
Ney
José Rodrigues
Daniel



OBS. 1: Os nomes com asterísco à frente, são responsáveis por preparar a Santa Ceia.


Aniversariantes
20/07
Ronaldo Manoel de Araujo
Alto da Estação

20/07
Maria Aparecida Rosa
Central
3831-5694
21/07
Eclair Martins dos Reis
Central
9229-2717
21/07
Everson Esteves da Silva
Manancial
3831-7402
21/07
Eclair Martins dos Reis
Central
3831-4620
22/07
Benedita Pereira da Silva
Alto da Estação
9116-7448
22/07
Gracina Maria de Aquino
Central
3831-3166
24/07
Telma Chagas Pereira
Filadélfia
3832-4354
25/07
Eliezer Araújo
Central
3831-8679
26/07
Anilda Maria Silva Marra
Central
3831-5405


Conferência Missionária
Louvamos a Deus pela vida de todos os irmãos que cooperaram com a realização de nossa Conferência Missionária. Que Deus abençoe e continue usando nossa igreja nesse ministério tão abençoado.

Escala de trabalhos semanais na Central
Em virtude da ausência do Rev. Cleverson esta semana, por estar na reunião do Supremo Concílio, os trabalhos na igreja central seguirão a seguinte escala:
20/7 – Escola Dominical – classe de adultos e jovens (em conjunto) – Pb. Eliezer
22/7 - Terça-feira – Escola Dominical - Janaina
24/7 - Quinta-feira – Evang. Rogério – Central e Pb. Tadeu na Filadélfia
27-7 - Domingo – Classe de adultos – Rev. Everton e Culto noturno – Rev. Everton


ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Texto Bíblico: Lucas 23.26

Uma reflexão baseada no sermão do Rev. Ignácio Gárcia

            Na semana passada recebemos em nossa igreja o missionário espanhol Pr. Ignacio Garcia. Ele é o enviado da nossa Agência Missionária à cidade de Malaga, naquele país.
            No culto da noite o Rev. Ignacio nos falou sobre a experiência de Simão, o cirineu, homem que ajudou a carregar a cruz de Cristo antes da sua morte. Nesta semana queremos continuar refletindo sobre este pequeno verso e buscando sua aplicação em nossa vida espiritual.

1) Qual era disposição inicial de Simão para carregar a cruz?

2) Simão não tinha noção do privilégio que lhe coube naquele momento, mas penso que depois o seu coração se encheu de alegria por estar carregando a cruz do seu Senhor e Salvador. Quando sofremos por Cristo isto se torna um grande privilégio. Você concorda com esta tese? Por que?

3) O texto diz que Simão vinha do campo quando carregou a cruz de Jesus. Ele estava cansado mas precisou assim mesmo carregar a cruz de Cristo. Fazendo uma análise do tempo que você gasta contigo mesmo e do tempo que você gasta com a obra do Senhor, a que conclusão você chega?

4) Agora pense sobre a obra missionária: De que forma podemos participar mais ativamente da obra de Cristo?



sexta-feira, 11 de julho de 2014

Boletim Informativo, 11 de julho de 2014

A PACIÊNCIA NA OBRA MISSIONÁRIA


Nos versos 7-12 deste capítulo vemos Tiago tratando das várias dimensões que assume a paciência na vida cristã. Com plena certeza todos cremos que este é um assunto de muita pertinência para os nossos dias, principalmente por vivermos em uma época em que a paciência já não mais é vista como uma virtude que devemos cultivar; antes, vivemos em um momento em que as pessoas querem satisfazer seus egos de forma imediata e a todo custo. Sendo assim, nos propomos a ver, passo a passo, as dimensões da paciência para a vida cristã e para a obra missionária, segundo as palavras de Tiago.
No texto de hoje (5.7-8) o autor nos apresenta o fundamento mais essencial para a paciência: a vinda de Jesus Cristo. Como cristãos sabemos que Cristo voltará, conforme ele mesmo nos prometeu (Mt 24.29-31), para o encontro definitivo e eterno com sua igreja, para o Juízo Final e para o estabelecer o destino eterno de todos os seres humanos. Mas já que não sabemos quando ocorrerá tal evento, não temos alternativa a não ser a de desenvolver a prática da paciência e da espera. Esperar pacientemente, portanto, é uma parte fundamental da vida cristã cotidiana y de sua espiritualidade.
O exemplo do agricultor que, naquele momento da história em uma região muito seca, não tinha outro remédio que aguardar com paciência pelas chuvas para que assim pudesse por sobre a mesa a comida para sua família, demonstra claramente a importância da paciência cristã fundamentando nossa esperança na vinda de Cristo. Si não nutrimos com esperança nossa espera pelo retorno de Cristo, como saberemos esperar pelas outras coisas que estão mais próximas?
Ao não aprender a esperar pacientemente pela ação de Deus, a espera pelas coisas mais próximas que nos rodeiam e que as consideramos importantes, se torna ansiosa e corrosiva. Transforma-se em um grande perigo para a sã paciência que deposita suas expectativas nas seguras mãos de Cristo. A medida, portanto, para todas as nossas esperas pessoais quanto a questões de família, de trabalho, de saúde e de missão é a paciência com que aguardamos o retorno de Jesus Cristo, que aproxima-se cada dia mais.
Para nós, especificamente, a paciência é um elemento fundamental em nossa caminhada missionária, principalmente quando as expectativas de sucesso numérico (e outros!) nos chegam de fora e de dentro de nós mesmos. Nossa vocação é exercida pacientemente e ao longo de toda a vida, sendo a perseverança e a fidelidade a Deus em tudo o que fazemos um dos principais elementos que dão sentido à missão, como uma derivação espiritual da nossa espera paciente pela volta de Jesus Cristo. Que Cristo nos ajude a caminhar pacientemente em sua missão por onde ele nos conduzir!

Rev. Carlos del Pino


Avisos

Conferência Missionária
Neste final de semana estamos realizando nossa Conferência Missionária. Este ano contamos com a ilustre presença do Rev. Ignacio Minchón García, da Espanha. Rogamos a Deus suas mais ricas bênçãos sobre a vida, a família e o ministério do nosso irmão. Agradecemos também ao Rev. José João pelo apoio na realização de nossa Conferência.

Oferta Missionária
Durante o Culto noturno consagraremos nossas ofertas para a obra missionária. Lembre-se: 2 Coríntios 9:7  Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria.

Reunião de Oração
Esta semana teremos uma reunião de oração especial. Vamos interceder pela Reunião do Supremo Concílio de nossa Igreja que se realizará na cidade de Natal. Dentre os representantes do nosso Presbitério estão o Pb. Natanael e o Rev. Cleverson. Venha orar por esta reunião.

Estudo Bíblico
Participe conosco dos nossos estudos bíblicos semanais. Toda quinta-feira, sempre às 19:30 horas.

Reunião da Junta
Próximo domingo, dia 20, teremos uma breve reunião da Junta Diaconal logo após a Escola Dominical. O presidente conta com a presença de todos os diáconos.

Projeto VASO
Hoje a noite, teremos a oportunidade de ofertar no projeto VASO. Nossa Junta Diaconal tem tido a oportunidade de distribuir diversas cestas básicas e através dessa atitude, evangelizar. Durante alguns meses, distribuimos 12 cestas, mas no último mês só conseguimos arrecadar mantimentos para montar 4 cestas. Os irmãos podem contribuir com os seguintes itens: Arroz, feijão, óleo, sal, farinha, macarrão, extrato de tomate, leite, café, entre outros.

Precisamos de sua ajuda.
A mãe da Delza, D. VALDA, está necessitando de fraldas geriátricas confort tamanho G. Se você puder ajudar com um pacote de fraldas ou mesmo qualquer quantia em dinheiro, favor repassar para a Junta Diaconal.

Coral
O Eliezer pede para avisar aos coristas que o coral retornará seus ensaios na próxima quarta-feira (17/07).

Intercessão
- Hugo (irmão Lea Siqueira), saúde
- Leivi e família

Reunião do Conselho
A Reunião do Conselho será no dia 15 de julho após a Reunião de oração.

Ficha Familiar
Solicitamos aos irmãos que ainda não atualizaram a Ficha Familiar que o possam fazer o mais rápido. Nosso desejo é atualizar a escala de aniversariantes, endereço, telefone, etc.. Pegue a ficha no rol de entrada do templo e entregue para um dos diáconos ou deixe no gazofilácio.

Construção e Reforma
Estamos avançando em nossos projetos de Construção e Reforma. Mas chegou a hora de contribuirmos com nossos dízimos e ofertas. Não há recursos suficientes para essa nova  fase, mas você pode ajudar com sua oferta em espécie ou em material. Procure o pb. Natanael ou o pb. Carlos Brasileiro e faça sua oferta.



ESCALA JUNTA DIACONAL -
CENTRAL E CONGREGAÇÕES JULHO
 
  Alto da Estação Filadélfia Manancial Central
13-jul Francisco Jonathas José Humberto Ney Josué Carlos Luiz
20-jul José Rodrigues Mardoqueu Jonathas Carlos Luiz Francisco Rúbens


OBS. 1: Os nomes com asterisco à frente, são responsáveis por preparar a Santa Ceia.


Aniversariantes da Semana


14/07 Gabriel Augusto dos Santos Alto da Estação 9285-8422
15/07 Maria Raquel A.C. Rezende Central 3831-6112
16/07 Cleonice Virtude Torres de Sousa Manancial



Fórum

Biografia Missionária de Robert Morrison – Missões na China

Robert Morrison nasceu na Escócia em 1782, de uma piedosa família de crentes Presbiterianos. Eram muito pobres e seu pai trabalhava fabricando formas de sapatos. Robert teve que deixar os estudos ainda criança para ajudar-lhe, mas como gostava de aprender, seguiu com os estudos em casa.
Aos 15 anos entendeu o que é mais importante na vida: que ele era um pecador, um homem perdido e para se salvar devia aceitar a Jesus como seu Salvador. Assim ele fez, e depois disso, compreendeu que era seu dever levar também a outros a história desse Salvador para que todos também pudessem se livrar de seus pecados.
Depois de trabalhar por uns tempos nas Igrejas da Inglaterra, Morrison associou-se na Sociedade Missionária de Londres com a idéia de se tornar um missionário na China. Por essa ocasião já dominava o latim, o grego e o hebraico.
Como não havia nenhum missionário protestante ainda na China, Morrison se apresentou para ser o primeiro. Como a principal tarefa que lhe haviam encomendado foi a tradução da Bíblia para o mandarim, se propôs a estudá-lo, enquanto se preparava em medicina e astronomia.
Quando encontrou um manuscrito que continha a tradução de alguns trechos da Bíblia em uma biblioteca, tirou uma cópia para estudar detalhadamente, com a ajuda de um chinês que se ofereceu para ajudar. Esse esforço lhe foi muito útil, pois lhe permitiu economizar um tempo precioso quando esteve na China.
Para chegar até lá teve que viajar por cinco meses. Em 04 de setembro de 1807 aportou-se na cidade de Cantão, ao SUL do país, ao lado de Macau, uma colônia portuguesa. Permaneceu ali durante algum tempo, depois conheceu a jovem Mary Morton, com quem se casou em fevereiro de 1809.
Morrison não se deu conta de quão grandes eram as dificuldades que precisava vencer para chegar lá. O que sabia do idioma não lhe permitia o necessário para uma tradução, e quando buscou um mestre não pode encontrá-lo, pois havia uma lei que condenava à morte qualquer pessoa que ensinasse a língua chinesa a um estrangeiro.
Finalmente apareceram dois homens que tinham conhecido alguns missionários católicos que aceitaram ajudar, embora cheios de temor. O medo que possuíam não era tanto quanto à morte em si, senão pela sua forma, em meio a torturas terríveis. Estavam a tal ponto assustados que levavam sempre consigo um frasco com veneno para suicidarem-se caso fossem descobertos.
Aprender o chinês não era coisa fácil e por aquela época era ainda pior, pois não existiam nem dicionários nem bons professores.
John Wesley afirmou certa vez que “ O chinês era um invento do diabo para que não se pudesse pregar o evangelho aos chineses”. Milne, um missionário que mais tarde seria companheiro de Morrison, dizia que para aprender o mandarim era preciso: um corpo de bronze, pulmões de aço, cabeça de carvalho, olhos de águia, coração de apóstolo e memória de anjo... e a vida de Matusalém”
Além de trabalhar na tradução da Bíblia, Morrison se ocupou de fazer uma gramática e um dicionário, para que os missionários depois dele, pudessem aprender o idioma com mais facilidade.
Um chinês chamado Tsae A-ko, foi um grande instrumento preparado por Deus para ajudar o trabalho de Morrison.. Ele ia de noite a sua casa, as portas e as janelas eram bem fechadas, para que ninguém de fora visse o que faziam, por que corria perigo de vida, e ali se punha a traduzir ou corrigir, enquanto que Morrison lhe ensinava as verdades do Evangelho.
Foram gastos 14 anos para traduzir a Bíblia e 16, para concluir o dicionário que foi editado em quatro volumes, com cerca de 4.500 páginas cada um. Tsa A-Ko compreendeu finalmente que aquilo que o missionário lhe ensinava era a Verdade e se batizou em 1814, tornando-se então o primeiro evangélico chinês
Depois de ter traduzido a Bíblia, o problema era sua publicação, pois as penas para quem imprimisse livros cristãos eram tão severas como para aquele que ensinava o idioma. Afortunadamente, depois de muito trabalho, Morrison encontrou quem o fizesse, todavia secretamente. Para diminuir o medo do impressor, quando os pacotes com as Bíblias eram entregues, ele os rotulava com um título falso para disfarçar o “perigoso conteúdo”.
Porém, Morrison não se dedicou somente a traduzir, senão que chegou a estabelecer uma escola chamada Colégio Anglo-Chinês, mais tarde conhecido como Ying Wa College. Esta escola foi transladada para Hong Kong no ano de 1843, quando este território passou a ser controlado pelos britânicos. Esta instituição permanece até os dias de hoje como uma escola secundária.
Robert Morrison nunca teve uma boa saúde e, como trabalha muito, era mesmo impossível que sarasse completamente. Morreu quase repentinamente em 1º de agosto de 1834 em Cantão, China, quanto tinha 52 anos.
Durante sua vida conseguiu a conversão de poucas pessoas, mas seu trabalho traduzindo a Bíblia, preparando o dicionário inglês-mandarim e de edição de uma gramática sino-inglesa, fez com que fosse possível a conversão de milhares de chineses depois da sua morte.


ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Baseado no estudo bíblico semanal da Igreja Central
Rev. Cleverson Gilvan

Texto: Gl. 6.7-9
Tema: Pense bem antes de fazer suas escolhas

Escolher nem sempre é uma tarefa fácil e, a verdade, é que nem todas as pessoas são bem sucedidas em suas escolhas.
Você acha que tem acertado mais ou errado mais?
No estudo de hoje considere, a partir do texto bíblico, a responsabilidade de fazer escolhas corretas.

1) O que a seguinte frase significa pra você? de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.

2) Considerando o verso 8 qual a importância de fazermos escolhas corretas?

3) Leia o verso 9 e responda: Qual o maior estímulo para continuarmos fazendo as coisas certas?

4) Como Cristo deve interferir nas suas escolhas?



quinta-feira, 3 de julho de 2014

Boletim Informativo, 06 de julho de 2014

Deus, a nossa completa provisão


O Salmo 23 é o texto mais conhecido da Bíblia. Milhões de pessoas conhecem-no de cor. Sua mensagem tem sido bálsamo para os feridos, consolo para os tristes, refúgio para os desesperados. Vemos nesse texto, a sublime verdade de que Deus é a nossa completa provisão. A maior necessidade nossa não é das bênçãos de Deus, mas do próprio Deus das bênçãos. O doador é mais importante do que a dádiva. Só Deus nos satisfaz. Quem é Deus?
1. Jeová Roí – Esse termo significa: “O Senhor é o meu pastor”. O pastor é aquele que alimenta, protege, guia, disciplina e restaura. Deus é quem nos conduz pelas veredas da justiça e nos faz descansar nos pastos verdes. Ele está conosco quando cruzamos os vales escuros e nos prepara uma mesa farta no deserto. Ele é o pastor que nos acolhe nos braços e nos dá segurança.
2. Jeová Jireh – Esse termo significa “O Senhor proverá”. Davi diz: “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará” (v. 1). O nosso pastor é também o nosso provedor. Ele é a fonte de todo o bem. Dele procede toda boa dádiva. Quando os nossos recursos acabam, ele continua com seus celeiros abarrotados. Ele nos abençoa com toda sorte de bênção. Temos não apenas suas dádivas, mas também, sua presença. Esta é de todas, a melhor provisão.
3. Jeová Shalom – Davi nos diz que o Senhor nos faz repousar e nos dá descanso (v. 2). Deus não apenas nos dá paz, Ele é a nossa paz. A nossa paz não é ausência de problemas. Ela não é circunstancial. Nossa paz é uma pessoa divina. O próprio Deus é a nossa paz. Ele é o Jeová Shalom, que está conosco nas horas turbulentas da nossa vida, como nossa fortaleza e refúgio.
4. Jeová Rafá – Davi diz que Deus refrigera a nossa alma (v. 3). Ele é quem terapeutiza a nossa alma, cura o nosso corpo e refrigera o nosso coração. Ele é quem sara todas as nossas enfermidades, sejam elas do corpo ou da alma. É ele quem leva as dores sobre si e abre para nós uma fonte de consolo e refrigério. Nele temos vida, cura, perdão e salvação.
5. Jeová Tsekanu – Davi nos informa que Deus nos guia pelas veredas da justiça (v. 3). Mas, antes disso, ele é a nossa justiça. Só andamos pelas veredas da justiça, porque fomos justificados. Pelo sangue de Cristo, nossos pecados foram cancelados, nossa dívida foi paga e todas as demandas da lei e da justiça foram plenamente satisfeitas pelo sacrifício substitutivo de Jesus. Cristo, nosso pastor, é também nossa justiça.
6. Jeová Shamah - Davi nos fala que Deus não nos abandona jamais, mesmo que cruzemos o vale da sombra da morte (v. 4). Ele é Deus presente, Jeová Shamah. Ele nunca nos desampara. Mesmo que sejamos infiéis, ele permanece fiel. Ele é como a sombra à nossa direita. Ele é quem nos carrega no colo, nos segura pela mão direita, e ao fim, nos recebe na glória. Jesus prometeu estar conosco sempre, até a consumação dos séculos. Não precisamos temer nada nem ninguém, porque o Deus onipotente é a nossa companhia constante.
7. Jeová Nissi – Davi nos informa que Deus nos dá vitória sobre os nossos inimigos (v. 5). Ele prepara uma mesa para nós na presença dos nossos adversários. Ele nos honra, derramando óleo sobre a nossa cabeça e nos proporciona profusa alegria, fazendo o nosso cálice transbordar. Deus é a nossa bandeira e nossa vitória.
Rev. Hernandes Dias Lopes.


AVISOS

Cultos de Formatura:
- Na próxima terça-feira (08/07) as 19:30h teremos o culto de formatura do curso de Design (UNICERP) em nossa Igreja.
- e na quarta-feira (09/07) as 19:00h o Curso da BIT People


Reunião do Conselho
A Reunião do Conselho será no dia 15 de julho após a Reunião de oração.

Ficha Familiar
Solicitamos aos irmãos que ainda não atualizaram a Ficha Familiar que o possam fazer o mais rápido. Nosso desejo é atualizar a escala de aniversariantes, endereço, telefone, etc.. Pegue a ficha no rol de entrada do templo e entregue para um dos diáconos ou deixe no gazofilácio.

Conferência Missionária
Nossa Conferência Missionária será realizada nos dias 12 e 13 de julho. Na oportunidade receberemos um missionário da Espanha e contaremos com a preciosa colaboração do Rev.José João. Ore por este trabalho e pelo envolvimento missionário de nossa Igreja.

Construção e Reforma
Estamos avançando em nossos projetos de Construção e Reforma. Mas chegou a hora de contribuirmos com nossos dízimos e ofertas. Não há recursos suficientes para essa nova  fase, mas você pode ajudar com sua oferta em espécie ou em material. Procure o pb. Natanael ou o pb. Carlos Brasileiro e faça sua oferta.


ESCALA JUNTA DIACONAL -
CENTRAL E CONGREGAÇÕES
JUNHO/ JULHO

Alto da Estação
Filadélfia
Manancial
Central
6-jul
Carlos
José Humberto
Mardoqueu
Luiz
* José Rodrigues
* Ney
Josué
13-jul
Francisco
Jonathas
José Humberto
Ney
Josué
Carlos
Luiz



OBS. 1: Os nomes com asterístico à frente, são responsáveis por preparar a Santa Ceia.


Aniversariantes
06/07
Marco Túlio Ribeiro
Alto da Estação

07/07
Ana Maria Taveira Rodrigues
 Central
9231-9607
07/07
Neuza Batista Silva
Central
3832-4412
10/07
Eduardo Alves Felipe
Alto da Estação
9230-5644
10/07
Pedro Otávio Gonçalves
Central
3831-7999
11/07
Leonardo Wenceslau da Silva
Alto da Estação

11/07
Bethânia Moreira Barbosa
Central
3831-1572




AFINAL, O QUE É ORAR?
Augustus Nicodemus

[Alguns vão estranhar que um calvinista escreva sobre oração e mais ainda se eu disser que costumo orar todo dia... mas, aqui vai]

Orar a Deus deveria ser uma coisa simples. Todavia, poucos assuntos precisam de mais esclarecimentos do que a oração. Há muitos conceitos errados sobre a oração por causa do misticismo e da superstição que acometem o ser humano (não somente os brasileiros), por falta de mais conhecimento bíblico sobre o assunto e por causa de idéias equivocadas que as pessoas têm sobre Deus. Seguem alguns pontos sobre oração que penso que são fundamentais e também relevantes para nós hoje. Estou pressupondo o básico: quem vai orar acredita que Deus existe e que Ele recompensa os que o buscam (Hb 11.1-2 e 6).

1 – Orar é basicamente apresentar a Deus, mediante Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo, nossos desejos, necessidades, confissão de pecados, intercessões, agradecimentos. A razão é que somente o Deus Triúno conhece nossos corações, é capaz de atender os pedidos e o único que pode perdoar pecados. Portanto, não há qualquer fundamento bíblico para dirigirmos nossas orações a quaisquer criaturas, vivas ou mortas, mas somente ao Deus Triúno (2Sm 22:32; 1Rs 8:39; Is 42:8; Sl 65:1-4;145:16,19; Mq 7:18-20; Mt 4:10; Lc 4:8; Jo 14:1; At 1:24; Rm 8:26-27; Jo 14:14 e dezenas de outros textos que falam de nos dirigirmos a Deus).

2 – O Novo Testamento nos ensina que devemos orar a Deus em nome de Jesus Cristo. A razão é que o pecado nos afastou de Deus e não podemos nos aproximar dele por nossos próprios méritos. Jesus Cristo é o único, na terra e no céu, que foi constituído pelo próprio Deus como mediador entre ele e os homens. Não há qualquer base bíblica para se chegar a Deus em oração pela mediação de qualquer outro nome. A Bíblia nos ensina que “não há outro nome dado aos homens” (At 4:12) e que “há somente um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo” (1Tm 2:5). (Ver ainda Jo 14:6; Ef 3:12; Cl 3:17; Hb 7:25-27; 13:15).

3 – Orar em nome de Jesus é nos achegarmos a Deus confiados nos méritos de Jesus Cristo e no perdão de pecados que ele nos conseguiu por meio de sua morte na cruz. É pedir a Deus com base nos merecimentos de Cristo e não nos nossos. É renunciar a toda justiça própria e chegarmos esvaziados de nós mesmos diante de Deus, nada tendo para oferecer em nosso favor a não ser a obra daquele que morreu e ressuscitou por nós. Onde não houver esta disposição e atitude, invocar o nome de Jesus é vão. O nome de Jesus não é um talismã ou uma palavra mágica, ou a senha para desbloquear as bênçãos de Deus. Não funciona nos lábios daqueles que ainda confiam em si mesmos e na sua própria justiça, ainda que repitam este Nome dezenas de vezes em oração (Mt 6:7-8; 7:21; Lc 6:46-49; Jo 14:13,14; At 19:13-16; 1Jo 5:13-15; Hb 4:14-16).

4 – Embora possamos pedir a Deus qualquer coisa que desejarmos, todavia, só deveríamos orar por aquelas que trazem a maior glória de Deus, que promovem o crescimento do Reino de Deus neste mundo e que são para nosso bem, sustento, proteção, alegria, bem como de nosso próximo. Foi isto que Jesus nos ensinou a pedir na oração do “Pai Nosso” (Mt 6:9-13), além de outras coisas afins (Lc 9:11-13). Assim, é tentar a Deus orarmos por coisas ilícitas e pedir coisas que Ele declara, na Bíblia, serem contra a sua vontade (Tg 4:1-3; Mt 20:20-28).

5 – Em nossas orações, deveríamos nos lembrar de orar por outras pessoas. A Bíblia nos ensina a pedir a Deus pelos irmãos em Cristo, pela Igreja de Cristo em todo o mundo, pelos governantes, por nossos familiares e pessoas de todas as classes, inclusive pelos nossos inimigos. Todavia, não há qualquer base bíblica para orarmos pelos que já morreram ou oferecer petições em favor dos mortos (Gn 32:11; 2Sm 7:29; Sl 28:9; Mt 5:44; Jo 17:9 e 20; Ef 6:18; 1Tm 2:1-2; 2Ts 1:11; 3:1; Cl 4:3).

6 – Deus nos encoraja a trazer diante dele as nossas petições. Todavia, ainda que a eficácia de nossas orações dependa exclusivamente dos méritos de Cristo, Deus nos ensina em sua Palavra que há determinadas atitudes nos que oram que fazem com que ele não atenda estas orações, como brigas entre irmãos, mundanismo e egoísmo, tratar mal a esposa, pecados ocultos, incredulidade e dúvidas, falta de perdão a quem nos ofende, hipocrisia, vãs repetições, entre outras coisas (Mt 5:23-24; Tg 4:1-3; 1Pe 3:7; Sl 66:18; Pv 28:13; Is 59:1-2; Tg 1:6-7; Mt 6:14-15; Mt 6:5; Mt 6:7-8). Por outro lado, se nossas orações são respondidas, isto não se deve à nossa santidade, mas à graça de Deus mediante Jesus Cristo, que nos habilita a viver de forma agradável a ele (1Jo 3:21-22), e ao fato de que as orações, por esta mesma graça, foram feitas de acordo com a vontade de Deus (1Jo 5:14).

7 – Deus requer fé da parte dos que oram (Hb 3:12; 11:6; Jer 29:12-14; Tg 1:5-8; 5:15). Esta fé é uma simples confiança de que Deus existe, que ele nos aceitou plenamente em Cristo e que é poderoso para nos dar aquilo que pedimos, ou então, nos dar muito mais do que imaginamos (Hb 4:14-16). Orar com fé é trazer diante de Deus nossas necessidades e descansar nele, confiantes que ele responderá de acordo com o que for melhor para nós (1Jo 5:14-15). Orar com fé não significa determinar a Deus que cumpra nossos pedidos, ou decretar, como se a oração tivesse um poder próprio, que estes pedidos aconteçam. Orações não geram realidades espirituais e nem engravidam a história. É Deus quem ouve as orações e é Ele quem decide se vai respondê-las ou não, e isto de acordo com sua vontade e propósito de sempre nos fazer bem.

 Se houvesse mais oração verdadeira a Deus por parte dos que professam conhecê-lo mediante Jesus Cristo, quem sabe veríamos aquele avivamento e reforma espirituais que tanto desejamos para nossa pátria?

“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7:14).





ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Baseado no sermão do Rev. Cleverson Gilvan na Igreja Central

Tema: Descansando na Providência de Deus
Texto: Lucas 21.1-4

            Longe de ser um texto sobre valores financeiros a narrativa da oferta da viúva pobre é um grande desafio à fé na providência divina. Crer que Deus é a fonte de todo o nosso sustento é um dos sublimes propósitos da caminhada cristã.
            No estudo desta semana queremos que esse desafio chegue ao nosso coração, ajudando-nos uma vez mais a entender que na realidade não há nada que possamos fazer por nós mesmos sem Deus. Ele é a razão de nossa vida em cada um dos seus dias.
            Olhe para esse texto e comece a refletir na sua confiança em Deus. Você realmente se sente seguro nas mãos dEle ou ainda vive a sua vida como se tudo dependesse exclusivamente de você?

1) O verso primeiro nos lembra que Deus sempre observa como nos aproximamos dele. Considerando esta realidade o que Deus tem visto em você ultimamente? O que, em termos concretos, você fará para melhorar?

2) Considerando que Jesus viveu numa época de poucos recursos materiais, o que significou para aquela viúva pobre lançar duas moedas no gazofilácio?

3) O que foi mesmo que Jesus disse que a viúva fez?

4) Por que algumas vezes sentimos que é tão difícil confiar e entregar completamente nossa vida aos cuidados do Senhor?