quinta-feira, 17 de abril de 2014

Boletim Informativo, 20 de abril de 2014

Páscoa, o livramento da morte


A Páscoa ocupa um lugar central nas Escrituras. No Antigo Testamento a Páscoa fala da libertação do povo de Israel do terrível cativeiro do Egito. Esta bela e dramática história está registrada em Êxodo 12. No Novo Testamento a Páscoa refere-se à morte e ressurreição de Jesus Cristo. Deus tirou o seu povo do Egito com mão forte e poderosa através do sangue do Cordeiro. Deus nos tirou do cativeiro do pecado pelo sangue de Jesus. A morte do cordeiro na páscoa judaica era um tipo da morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Algumas lições podem ser destacadas para o nosso ensino:
1. O livramento da morte depende da morte do Cordeiro (Ex 12.4-6) – Quando a Páscoa foi instituída, Deus ordenou a Moisés que cada família se reunisse para matar o cordeiro e aspergir as ombreiras da porta com o sangue. O anjo do Senhor passaria naquela noite e vendo o sangue passaria por alto e não feriria de morte o primogênito. Todos os primogênitos do Egito morreram naquela noite, exceto aqueles que estavam debaixo do abrigo do sangue do Cordeiro. Não foi a vida do cordeiro, mas sua morte que trouxe livramento para os israelitas. Assim, também, somos libertos da morte pela morte de Cristo. Ele morreu a nossa morte. Ele é o nosso cordeiro pascal.
2. O livramento da morte depende de estar debaixo do abrigo do sangue (Ex 12.7,13,14) – A libertação da morte dependeu não apenas da morte do cordeiro, mas também, do seu sangue aspergido nas ombreiras das portas. Precisamos estar debaixo do sangue de Cristo para sermos salvos. Não há remissão de pecados sem derramamento de sangue. Não é o sangue de um cordeiro que pode nos purificar do pecado, mas apenas o sangue do Cordeiro sem defeito, o sangue de Cristo. Por ele somos remidos, comprados, purificados e justificados.
3. Os que foram libertos pelo sangue precisam se alimentar do Cordeiro (Ex 12.8-12) – Aqueles que foram salvos pelo sangue alimentaram-se do cordeiro. Reunidos em famílias os israelitas se fortaleceram para a caminhada, comendo a carne do cordeiro com ervas amargas. Aqueles que são salvos pelo sangue de Cristo, precisam se alimentar de Cristo. Ele é o pão vivo que desceu do céu. Ele é o alimento para a nossa alma. A Páscoa judaica foi substituída pela Ceia do Senhor. O pão simboliza o corpo de Cristo e o vinho o seu sangue. Devemos nos alimentar do corpo e do sangue do Senhor. O pão e o vinho não se transubstanciam em corpo de Cristo como ensina o dogma romano nem Cristo está presente fisicamente neles, como pensava Lutero. Cristo está presente na Ceia espiritualmente e dele nos alimentamos espiritualmente.
4. Os que celebram a Páscoa do Senhor precisam lançar fora todo o fermento da maldade (Ex 12.15-20) – Durante a celebração da Páscoa judaica, os israelitas não podiam ter nenhuma espécie de fermento em casa nem comer pão levedado. O fermento é um símbolo da contaminação do pecado. Precisamos examinar a nós mesmos antes de comermos o pão e bebermos o cálice. O propósito do auto-exame não é para fugirmos da Ceia por causa do pecado, mas fugirmos do pecado por causa da Ceia. Não podemos participar dignamente da Ceia do Senhor agasalhando pecado no coração. Não podemos participar da Ceia dignamente hospedando no coração qualquer sentimento de hostilidade ou rancor pelos irmãos. A igreja precisa ser uma comunidade de santidade, amor e perdão, antes de ser uma comunidade de celebração.
Rev. Hernandes Dias Lopes.




Programação Especial da Páscoa – Domingo – noite – Na Central
Durante o culto noturno, contaremos com a participação do Coral Vida. Convide seus amigos para participarem conosco!


Reunião de Oração – Professores Escola Dominical
Convidamos todos os professores e oficiais que trabalham na Escola Dominical para juntos estarmos intercedendo pela vida dos nossos alunos e o bom andamento da Escola Dominical Te aguardamos nessa terça-feira as 19:30h.

Junta Diaconal
Hoje após a Escola Domincal, teremos reunião da Junta Diaconal na IPB Central.


Aniversário Cong. Alto da Estação
No próximo domingo (27/04) teremos um Culto de Gratidão por mais um ano de existência:
09:00 – Escola dominical – Rev.Cleverson
19:30h – Culto Solene – Rev.Everton

SAF Central
Nossa reunião executiva (diretoria, secretarias e relatoras) será no dia 23/04, às 14:30h no salão social da igreja. Anote em sua agenda!

SAF Departamental
Nossa departamental será no dia 25 de abril às 19:30 na residência dos nossos irmãos Dc. Hélio e Gerônima.

Associação Projeto Renascença convida..
A ONG – Projeto Renascença convida toda Igreja para uma solenidade de apresentação dos seus trabalhos e projetos para o ano de 2014 e convida você para se integrar a este movimento. Acontecerá no sábado (26/04) as 19:00h na Câmara Municipal de Patrocínio.


NOVA ESCALA DOS PRESBÍTEROS
4º Domingo
Escola Dominical
Manancial: Pb. André
Alto da Estação: Pb. Marcelo

Culto
Manancial: Pb. Tadeu
Alto da Estação: Pb. Natanael


Kits revistas
Solicitamos aos professores que deram aula no 1º trimestre (Central e congregações) nas classes do maternal ao intermediário, favor devolver os kits que foram emprestados para o trabalho da Escola Dominical. Esse material será arquivado para ser utilizado em outras ocasiões.  

Ficha Familiar
Estamos começando um trabalho de reorganização da ficha familiar de nossa igreja  (endereços, telefones, aniversários, etc). Para que possamos ter um bom resultado contamos com o apoio de toda  Igreja preenchendo a ficha o mais breve possível.

Escala da Junta Diaconal – Central e Congregações

Alto da Estação
Filadélfia
Manancial
Central
20/abr
Carlos
Mardoqueu, Jonathas
Francisco
José Rodrigues, Josué, Rubens
27/abr
Luiz
José Humberto, Mardoqueu
Ney
Carlos, Francisco, Daniel


Aniversariantes
20/04
Fabiana de Souza Silva
Filadélfia
3832-4375
21/04
Clennier F. R.
Alto da Estação
3831-3897
23/04
Vicentina A. dos Reis
Manancial
3831-4326
23/04
Cristiane Ap. Bouzan Gonçalves
Filadélfia

24/04
José Maurício Botelho
Manancial
3831-4326
24/04
Maria Ferreira Chaves
Filadélfia
3832-4462
25/04
Pedro Soares Oliveira Jr.
Central
3831-2951
26/04
David Faustino de Carvalho
Alto da Estação
3831-1765
26/04
Marcio Eustáquio da Silva
Filadélfia
-





FORUM

R E S S U R R E I Ç Ã O
J.I. Packer


Jesus Cristo Ressuscitou dentre os Mortos


No primeiro dia da semana, alta madrugada,
foram elas ao tumulo,levando os aromas
que haviam preparado. E encontram a
pedra removida do sepulcro, mas, ao entrarem,
não acharam o corpo do Senhor Jesus.

Lucas 24.1-3


A ressurreição de Jesus, que foi um ato divino envolvendo as três Pessoas da Divindade (Jo 10.17,18; At 13.30-35; Rm 1.4), não foi exatamente um ressuscitamento do corpo físico arruinado que foi descido da cruz para o sepultamento. Foi, antes, uma transformação da humanidade de Jesus, que o capacitava aparecer, esvaecer-se e mover-se sem ser visto de um local para outro (Lc 24.31,36). Era a renovação criativa do seu corpo original, o corpo que é agora plenamente glorificado e imortal (Fp 3.21; Hb 7.16,24). O Filho de Deus no céu ainda vive naquele e por meio daquele corpo, e assim será para sempre. Em 1Co 15.50-54, Paulo concebe que os cristãos que estiverem vivos no momento do retorno de Cristo passarão por uma transformação semelhante, embora em 2Co 5.1-5 ele se mostre cônscio de que os cristãos que morrerem antes da Segunda Vinda serão “revestidos” com um novo corpo (a “casa eterna no céu”), como um acontecimento distinto, no momento do retorno ao pó do velho corpo, ou depois disso (Gn 3.19).  


A cristandade descansa na certeza da ressurreição de Jesus como uma ocorrência no espaço-tempo da história. Todos os quatro evangelhos a destacam, focalizando o túmulo vazio e as aparições do Cristo ressurreto, e Atos insiste nisto (At 1.3; 2.24-35; 3.15; 4.10; 5.30-32; 13.33-37). Paulo olhava a Ressurreição como uma prova indiscutível de que a mensagem acerca de Jesus como Juiz e Salvador é verdadeira (At 17.31; 1Co 15.1-11,20). 


A ressurreição de Jesus demonstrou sua vitória sobre a morte (At 2.24; 1Co 15.54-57), reivindicou-o como Justo (Jo 16.10) e identificou sua identidade divina (Rm 1.4). Ela o conduziu à sua ascensão e entronização (At 1.9-11; 2.34; Fp 2.9-11; cf. Is 53.10-12) e ao seu presente reino celestial. Ela assegura o presente perdão e justificação do crente (Rm 4.25; 1Co 15.17) e é a base da ressurreição para a vida em Cristo do crente aqui e agora (Jo 11.25,26; Rm 6; Ef 1.18-2.10; Cl 2.9-15; 3.1-4).







sexta-feira, 11 de abril de 2014

Boletim Informativo, 13 de abril de 2014.



E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne.... Paulo
Rev. Cleverson Gilvan

            Quando pensamos em conversão devemos ser levados a considerar o seu caráter radical. Ou seja, um convertido é alguém que anda numa direção totalmente oposta aquela em que andava antes de Jesus ser o Senhor de sua vida. Mas será esta a impressão que o mundo tem dos convertidos?
            Para nossa tristeza devemos reconhecer que nem sempre temos sido tão diferentes assim e uma das razões desta mórbida realidade é o conformismo com os padrões deste mundo.
            Pode parecer clichê para alguns, mas, pegando carona na terminologia bíblica, de fato, nós não somos deste mundo. Deus nos resgatou para vivermos de forma totalmente diversa dessa que governa o homem sem Cristo. Fomos salvos para a obediência e para a santificação no Espírito e, portanto, para refletir as virtudes de Cristo Jesus cada vez mais, na medida em que somos transformados conforme o modelo dEle.
            Mas basta uma conversa, um filme ou até um despretensioso jogo de futebol para que toda má disposição do nosso coração se apresente. Nossas emoções passam a controlar nossas ações e como elas não estão sob a orientação direta das Escrituras Sagradas, acabam revelando a verdadeira condição espiritual do nosso coração.
            Paulo, escrevendo aos gálatas, disse que os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, isto é, morreram para a sua velha inclinação moral corrupta e são agora filhos da luz. Necessariamente suas ações devem refletir sua nova condição, sob pena de atestarem uma posição totalmente contrária. Com isto estamos dizendo que nem todos os que se dizem filhos da luz, pelas suas obras, podem ser de fato reconhecidos como tais.
            Mas faça diferente! Ore para que a graça de Deus seja cada vez mais visível na sua vida. Para que as pessoas percebam a diferença que ele fez no seu coração e para que verdadeiramente, as coisas deste mundo morram cada dia mais na sua vida.

Avisos

Programação Especial da Páscoa – Sexta-feira - Alto da Estação
Na próxima sexta-feira teremos um culto especial na Congregação Alto da Estação. Toda igreja é convidada. Na oportunidade contaremos com a participação do Coral de nossa igreja e a presença de todas as congregações. Participe conosco!

Programação Especial da Páscoa – Domingo – manhã – Na Central
No domingo teremos nosso tradicional culto da ressurreição às 07:00 da manhã. Em seguida teremos nosso delicioso café da páscoa seguido de nossa Escola Dominical.

Programação Especial da Páscoa – Domingo – noite – Na Central
Durante o culto noturno, no próximo domingo, contaremos com a participação do Coral Vida. Convide seus amigos para participarem conosco!

Ceia do Senhor na Filadélfia
Hoje a Ceia do Senhor será celebrada na Congregação Filadélfia.

Reunião de Oração
Enquanto não orarmos não poderemos esperar que as bênçãos de Deus venham sobre nossas vidas. Reserve um tempo na sua agenda e venha orar conosco. Toda terça-feira, sempre às 19:30 horas.

Estudo Bíblico
Deus tem nos dado momentos especiais de edificação e esperamos você na próxima quinta-feira, na Central, ás 19:30 horas.

SAF Central
Nossa reunião executiva (diretoria, secretarias e relatoras) será no dia 23/04, às 14:30h no salão social da igreja. Anote em sua agenda!

SAF Departamental
Nossa departamental será no dia 25 de abril às 19:30 na residência dos nossos irmãos Dc. Hélio e Gerônima.

Kits revistas
Solicitamos aos professores que deram aula no 1º trimestre (Central e congregações) nas classes do maternal ao intermediário, favor devolver os kits que foram emprestados para o trabalho da Escola Dominical. Esse material será arquivado para ser utilizado em outras ocasiões. 

Ficha Familiar
Estamos começando um trabalho de reorganização da ficha familiar de nossa igreja  (endereços, telefones, aniversários, etc). Para que possamos ter um bom resultado contamos com o apoio de toda  Igreja preenchendo a ficha o mais breve possível.

Junta Diaconal
N o próximo domingo, dia 20/04, após a EBD teremos reunião da Junta Diaconal na IPB Central.

Escala da Junta Diaconal – Central e Congregações

Alto da Estação
Filadélfia
Manancial
Central
13/abr
José Rodrigues
Jonathas, José Humberto
Josué
Luiz, Ney, Daniel
20/abr
Carlos
Mardoqueu, Jonathas
Francisco
José Rodrigues, Josué, Rubens


Aniversariantes
15/04
Igor dos Reis Chagas
Central
3831-7739
15/04
Vanessa Rodrigues Oliveira
Central
3831-3643
15/04
Matheus Henrique Silva Moreira
Central
3831-2868
15/04
Jéssica Silva
Central
9951-1174
16/04
José Pedro Silva Araujo
Central
3831-8679
17/04
Maria Ferreira de Souza
Central
3832-2298
17/04
Eduardo José de Souza
Central
9109-4136
17/04
Jadaias  de Souza Santos
Manancial
8825-5969
18/04
João Barbosa
Central
3831-1572
18/04
Maria das Graças Brito Carvalho
Central
9109-1906
18/04
Elis Regina
Filadélfia
3832-5109
19/04
Moisés José de Oliveira
Central
3832-1994
19/04
José de Arimatéia Neves
Central
3831-3474
19/04
Zélia Borges de Souza Silva
Filadélfia
3832-4375





FORUM
R E V E L A Ç Ã O
J.I. Packer

A Escritura é a Palavra de Deus

As tábuas eram obras de Deus; também
a Escritura era a mesma Escritura
de Deus, esculpida nas tábuas.

Êxodo 32.16

O Cristianismo é a verdadeira adoração e serviço do verdadeiro Deus, Criador e Redentor da humanidade. É uma religião firmada na revelação: ninguém conheceria a verdade sobre Deus, ou seria capaz de se relacionar com Ele de um modo pessoal, se Ele não tivesse agido primeiro para se fazer conhecido. Mas Deus agiu desta maneira, e os sessenta e seis livros da Bíblia, trinta e nove escritos antes da vinda de Cristo e vinte e sete depois, compreendem o registro, interpretação, expressão, incorporação de uma auto-revelação. Deus e a religiosidade são os temas unificados da Bíblia.

De um ponto de vista, as Escrituras são um testemunho fiel dos piedosos ao Deus a quem amam e servem; de outro ponto de vista, por meio de um exercício singular da divina supremacia em sua composição, são elas o próprio testemunho e ensino de Deus em forma humana. A Igreja chama esses livros Palavra de Deus, porque sua autoria e conteúdo são ambos divinos.

A garantia decisiva de que a Escritura, ou Bíblia, deriva de Deus e consiste inteiramente de sua sabedoria e verdade vem de Jesus Cristo e seus apóstolos, que ensinaram em seu nome. Jesus, Deus encarnado, viu sua Bíblia (nosso Velho Testamento) como instrução escrita de seu Pai celestial, à qual Ele, não menos que outrem, deve obedecer (Mt 4.4,7,10; 5.19,20; 19.4-6; 26.31,52-54; Lc 4.16-21; 16.17; 18.31-38; 22.37; 24.25-27,45-47; Jo 10.35) e a qual Ele tinha vindo cumprir (Mt 5.17,18; 26.24, Jo 5.46). Paulo se refere ao Velho Testamento como inteiramente impregnado pelo “sopro de Deus” – isto é, um produto do Espírito (“sopro”) de Deus, tanto quanto é o cosmos (Sl 33.6; Gn 1.2) – e escrito para ensinar o Cristianismo (2Tm 3.15-17; Rm 15.4; 1Co 10.11). Pedro afirma a origem divina do ensino bíblico em 2 Pedro 1.21 e 1 Pedro 1.10-12, e assim também o escritor de Hebreus por sua forma de citação (Hb 1.5-13; 3.7; 4.3; 10.5-7,15-17; cf. At 4.25; 28.25-27).

Uma vez que o ensino dos apóstolos sobre Cristo é em si a verdade revelada nas palavras transmitidas por Deus (1Co 2.12,13), a igreja corretamente considera os escritos autênticos dos apóstolos como complemento das Escrituras. Pedro se refere às cartas de Paulo como Escritura (2Pe 3.15,16), e Paulo, de forma nítida, recorre à Escritura do Evangelho de Lucas em 1 Timóteo 5.18, onde menciona as palavras de Lucas 10.7.

A idéia de escritos orientativos do próprio Deus como base  para a vida piedosa remonta ao ato divino de inscrever o Decálogo sobre tábuas de pedra e, em seguida, induzir Moises escrever suas leis e a historia de suas relações com seu povo (Ex 32.15,16; 34.1,27,28; Nm 33.2; Dt 31.9). Meditar e viver com base nesse material foi sempre fundamental para a verdadeira devoção em Israel, tanto para os lideres como para a comunidade (Js 1.7,8; 2Rs 17.13; 22.8-13; 1Cr 22.12,13; Ne 8; Sl 119). O princípio, segundo o qual todos devem ser governados pelas Escrituras, isto é, pelo Velho e Novo Testamentos juntos, é igualmente básico para o Cristianismo.

O que as Escrituras dizem, Deus diz; porquanto, de modo comparável, somente comparável somente ao profundo mistério da Encarnação, a Bíblia é tanto plenamente humana como plenamente divina. Assim, todos os seus múltiplos conteúdos – histórias, profecias, poesias, canções, escritos de sabedoria, sermões, estatísticas, cartas, e o que mais houver – devem ser recebidos como vindos de Deus, e tudo o que os escritos da Bíblia ensinam devem ser reverenciado como instrução autorizada de Deus. Os cristãos devem ser gratos a Deus pelo dom de sua palavra escrita, e devem ser cuidadosos em basear sua fé e sua vida total e exclusivamente nela. Caso contrário, não poderemos jamais honrá-lo ou agradar-lhe, como Ele nos ordena a fazer.   



ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Texto: Hebreus 12.12-17

O autor da Carta aos Hebreus, no capitulo 13, verso 22, sinaliza seu propósito na escrita da carta como uma “palavra de exortação”, ou seja, o que ele disse, até então, tinham implicações práticas na vida cristã pela fé. A finalidade, portanto, foi e é mostrar que é imperativo o cristão encontrar todas as suas necessidades e recursos em Jesus Cristo, o único capaz de prover tudo o que é para esta vida e para a do porvir. Como, então, estamos na realidade da promessa de Deus, Jesus Cristo, devemos tomar nosso lugar como um filho maduro e perseverar em meio aos sofrimentos e provações, dia-a-dia, olhando tão somente para Aquele que sustenta todas as coisas pela palavra do Seu Poder: JESUS!

Seguindo nossa “corrida cristã”, hoje pensaremos sobre quando não se entende os propósitos da disciplina / sofrimentos. Quais suas conseqüências? Que o Espírito nos ilumine!

1.      O que “ser curado”, verso 13, significa dentro do contexto de disciplina?

2.      Complete (v. 14): Segui a __________ com todos e a _______________ sem a qual ninguém __________ verá o SENHOR.

A luz de cada uma das palavras, aplique-as, na sua “caminhada de fé”, em relação a Deus e em relação ao próximo.

3.      Raiz de Amargura?! Temos isso dentro de nossas familias e/ou igrejas? Se temos, como “arrancá-las”? (v. 15)

4.      O que se pode depreender, versos 16-17, do exemplo de Esaú. Como alertar aos cristãos que estejam sendo tentados a desistir de Cristo?




NOVA ESCALA DOS PRESBÍTEROS

* Na Filadélfia permanecerão os Pbs. Ernani e Roberto Tadeu
* Os Presbíteros que não estiverem escalados nas congregações deverão participar na Central
* No primeiro domingo todos participarão na central

2ª Domingo
Escola Dominical
Manancial: Pb. Marcelo
Alto da Estação: Pb. Tadeu

Culto
Manancial: Pb. Natanael
Alto da Estação: Pb. Emerson

3º Domingo
Escola Dominical
Manancial: Pb. Clésio
Alto da Estação: Pb. André

Culto
Manancial: Pb. Emerson
Alto da Estação: Pb. Ernani

4º Domingo
Escola Dominical
Manancial: Pb. André
Alto da Estação: Pb. Marcelo

Culto
Manancial: Pb. Tadeu
Alto da Estação: Pb. Natanael



sexta-feira, 4 de abril de 2014

Boletim Informativo, 06 de abril de 2014

VERDADES E MENTIRAS
Rev. Cleverson Gilvan

            O dia 1º de abril ficou conhecido mundialmente como o dia da mentira. Alguns historiadores atribuem essa data à mudança do início do ano para o dia 01 de janeiro, pelo rei francês Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano. Antes, o início das celebrações do ano novo era iniciado no dia 25 de março e terminava uma semana depois.
            No entanto, algumas pessoas mais conservadoras resistiram as mudanças de Carlos IX e acabaram virando motivo de chacota para os que acataram a nova data. Os inconformados com a mudança do calendário continuaram, por um tempo, comemorando o ano novo na data tradicional e, a partir daí, começaram a receber convites para festas que não existiam. Assim, começou o dia da mentira.
            Contudo, os cristãos são sabedores das relações espirituais estabelecidas a partir da mentira. As Escrituras ensinam que o diabo é o seu pai – Jo. 8.44 e, portanto, os que mentem revelam seu apreço pelas coisas satânicas e pecaminosas, ainda que alguns tentem relativizar ou até mesmo suavizar o impacto desta constatação, dizendo que apenas brincam e fazem uso do que chamam de “mentirinhas” ou “mentiras brancas”, mostrando-se completamente negligentes diante da exortação bíblica que diz: 1 Ts 5:22  “Abstende-vos de toda aparência do mal.” (tradução revista e corrigida). 
            Além disso, o apóstolo João diz que somos da verdade (1 Jo. 3.19) e sendo ela o puro reflexo da revelação de Deus, ou seja, da sua Palavra, cremos que a verdade é libertadora. Assim, os filhos da verdade têm em suas mãos uma arma poderosa, em sua mente uma confiança inabalável, em seu coração uma paz duradoura e em sua boca um argumento irrefutável. Afinal Paulo diz: 2 Coríntios 13:8  “Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade”.
            Concluímos lembrando também que a verdade se vale sempre da companhia necessária da sabedoria e, portanto, como diz o sábio, há tempo para todo propósito debaixo do céu, inclusive o tempo de falar e o de ficar calado. De qualquer modo, cada palavra proferida pelos filhos da verdade deve ser precedida pela oração dos que buscam em Deus o poder necessário para as boas palavras que edificam.

Avisos

Programação Especial da Páscoa
No feriado da páscoa nossa igreja terá uma programação especial preparada para toda a igreja. No dia 18 de abril teremos um culto às 19:30 horas, com a participação do coral de nossa igreja, na Congregação Manancial e no domingo de páscoa teremos nosso, já tradicional, culto da ressurreição às 07:00 da manhã, na Central, seguido do café e da Escola Dominical. Todas as Congregações e a Central participarão em conjunto destas programações.

Ceia do Senhor
Durante o culto noturno participaremos da celebração da Ceia do Senhor na central. Na oportunidade receberemos novos irmãos por Profissão de fé e Batismo.

Reunião de Oração – Projeto Ana
Nesta terça-feira nossa reunião de oração será a do Projeto Ana. É tempo de interceder pelas nossas famílias e especialmente por nossos filhos. Participe com alegria.

Intercessão pelo Rev. José Dilson e a Missionária Zeneide
Nossos missionários no Senegal – Pr. José Dilson e Zeneide carecem de nossas orações. Levantemos um clamor em favor de nossos irmãos que serão julgados no próximo dia 08 naquele país. Que Deus ilumine a mente dos magistrados e, acima de tudo, nos conduza ao entendimento dos seus propósitos.

Estudo Bíblico
O Rev. Everton tem estado a frente dos estudos bíblicos doutrinários no templo central. Venha aprender e crescer no conhecimento da Palavra de Deus.

Atenção Líderes de Grupos Familiares
No final do mês de abril teremos nossa primeira reunião sobre o ministério dos grupos familiares. Ore por este ministério e por novas estratégias de crescimento. Aguarde maiores informações!



AGENDA SAF ABRIL 2014

DOMINGO
SEGUNDA
TERÇA
QUARTA
QUINTA
SEXTA
SÁBADO

1
2

VISITAS

3
4

PLENÁRIA
19:30hs
5
6

7
8

Projeto Ana

9

VISITAS

10
11
Recepção IBELINOS
Salão Social
19h30
12
13

14
15
16

VISITAS


17
18
19
2O


21
22
23

Executiva

24
25 Departamental
Gerônima
19 h30
26

27



28
29







OBSERVAÇÃO:...Se você deseja receber uma visita da SAF e/ou deseja participar das visitas
da SAF, favor procurar por Marly Moreira. OFICINA DE ARTES toda terça-feira * 13h30min às 16h30min *




Nasceu...
Nasceu nessa semana o pequeno João Pedro, filho dos nossos irmãos Renato e Daiane. Deus abençoe a vida desta criança, conduzindo-a sempre nos caminho do Senhor.

Cong. Alto da Estação
-  O culto nos lares tem sido uma benção e nesta semana realizaremos um na casa de nossa irmã Vânia Ap. Luciano. O endereço é o seguinte: Rua José Luiz da Silva, nº 188, bairro São Judas. Você é nosso convidado.
-  Amados irmãos, o aniversário de nossa congregação está se aproximando. Será no dia 27 de abril. Orem por este trabalho e organize sua agenda para participar conosco deste dia tão especial.

Escala de Presbíteros nas Congregações
06/04 – Central – Ceia do Senhor
13/04 – Filadélfia – Pb. Ernani
            Alto da Estação – Pb. André
            Manancial – Pb. Marcelo


Escala da Junta Diaconal – Central e Congregações

Alto da Estação
Filadélfia
Manancial
Central
6/abr
Josué
José Humberto, Mardoqueu
Luiz
Ney, Carlos, Francisco
13/abr
José Rodrigues
Jonathas, José Humberto
Josué
Luiz, Ney, Daniel




Aniversariantes
06/04
Eva Eliane Silva
Filadélfia
3831-8979
06/04
Osvaldo Junior
Alto da Estação

07/04
Angelina M. D. Cabral
Central
3832-4575
09/04
Roberto Donizete Cunha
Central
3831-7849
10/04
Vanusa Maraiza A. Ribeiro
Central
3831-7999
12/04
Marcia Domingas de Brito Nunes
Central
3831-2664
12/04
Lucca Casalenovo
Central
3831-8771
12/04
Luiz Pachoal Lucas
Central
3831-4046



Fórum

Dez Coisas Para Fazer Durante o Sofrimento

Ed Welch

Todos nós sofreremos, disto não há dúvida. O mais estranho, então, é que estamos sempre despreparados para enfrentá-lo. Com isto em mente, um exercício útil é rememorar as Escrituras e identificar o que a Palavra de Deus pode nos dizer e orientar quando as coisas seguem difíceis.

Vai, aqui, minha atual lista de dez coisas que fazer enquanto sofro (lista sempre sujeita a aperfeiçoamentos)

1. Não se surpreenda com o sofrimento (1Pe 4.12). O Filho de Deus sofreu, então sofrerão, assim, todos os que O seguirem. Você não será poupado de sofrimentos que o mundo experimenta, mas você participará neles, tanto para beneficio do mundo, como para o seu próprio;

2. Viva pela fé veja o invisível (Hb 2.2). Olhos naturais não são suficientes. Seus olhos dirão a você que Deus está longe e em silêncio. A verdade é que Ele esta perto – invisível – mas perto. Ele se compadece daqueles que como Ele sofreu. Então suplique por ajuda quanto ao modo espiritual de ver as coisas. Sonde as Escrituras. Conte com outros irmãos para ajudá-lo a orar e a lembrar você da Verdade, em Cristo. Peça ao Deus do Conforto para confortá-lo;

3. O sofrimento revelará o que está realmente no seu coração. Ele provará você (Tg 1.12). Para onde você se volta quando sob provas? Você se volta pra Jesus ou pra si mesmo?;

4. Deus é Deus, você não é (Jó 38-42). Isto é o que importa. Humildade e submissão diante do Rei poderão acalmá-lo em algumas de suas mais inquietantes questões;

5. Confesse seus pecados. Não há nada novo aqui; é uma característica normal da vida diária. Contudo, confessar sempre nos ajuda a ver a Cruz de Jesus de um modo muito mais claro. É a maneira mais rápida de ver o amor sempiterno e generoso de Deus (Hb 12); 

6. Mantenha seus olhos nas Escrituras quanto ao Servo Sofredor. Ele compartilhou de seu sofrimento, assim, também, você poderá participar dos Dele. (Is 39-53, Jo 10-21);

7. Fale honesta e frequentemente com o Senhor. Isto é muito importante. Apenas fale, exprima sua dor, tenha alguém a ler contigo um Salmo e diga, ainda que fraco, “Amém”;

8. Espere conhecer Deus de um modo muito melhor, enquanto neste deserto. Pois este é o modo habitual com que Ele trabalha com seu povo (Fp 3.10-11);

9. Converse com aqueles que tiveram algum tipo de sofrimento, leia seus livros, pare para ouvi-los. Você não está sozinho. Insista em se comover, com compaixão, enquanto ouve outras histórias de sofrimento;

10. Olhe pra frente. Precisamos de uma visão espiritual para o que está acontecendo agora e para onde o universo está se dirigindo. Estamos em uma peregrinação que terminará no templo de Deus (Sl 84)
Eu tenho notado que, durante tempos difíceis, conseguimos mais ouvir nossas próprias palavras se repetindo do que conseguimos ouvir as palavras ditas por outras pessoas. Sendo assim, passei a autorizar, permitir que minha esposa, filhos e quaisquer outras pessoas, falem essas coisas comigo, quando meus sofrimentos estiverem me oprimindo.

* Edward T. Welch, é conselheiro e membro do corpo docente no CCEF (Christian Counseling and Educational Foundation). Obteve seu Pós-Doutorado em Aconselhamento (Neuropsicologia) na Universidade de Utah e seu Mestrado no Biblical Theological Seminary. Ed tem aconselhado por mais de 30 anos e escrito, extensivamente, sobre depressão, medos e vícios.

Tradução: Everton C. A. Oliveira
Patrocínio, 03 de Abril de 2014.





ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Baseado no sermão do Rev. Cleverson Gilvan na Igreja Central

Texto: Mateus 11.28-30
Tema: O verdadeiro descanso em Jesus

            Seguramente um dos textos mais confortadores do evangelho é o que apresenta o convite de Jesus para que descansemos nele. Esta é uma mensagem especialmente encorajadora principalmente quando consideramos nossas lutas. Mas, será que o descanso que esperamos é o que Jesus está oferecendo?
            No contexto da passagem (veja o verso 25) Jesus fala dos altos propósitos divinos. Ele disse que Deus resolveu esconder a clareza do evangelho dos sábios para revelá-las aos pequeninos. Isso significa que o convite que vai ser feito é para os que, de algum modo, estão procurando entender as grandezas de Deus desfrutando da sua salvação.
            Então, pense:

1) Os cansados e sobrecarregados aqui são aqueles que viveram, inutilmente, tentando agradar a Deus por suas próprias obras. Como estas obras sempre são imperfeitas, elas nunca seriam suficientes para satisfazer o padrão de excelência de Deus. Então, qual o lugar das boas obras na vida cristã? Não se esqueça de Ef. 2.8-9

2) Nossas obras não contribuem absolutamente nada para a nossa salvação. E é assim para que o mérito e o louvor sejam devidos somente a Cristo. Mas isso não significa que não tenhamos de fazer nada. O que Jesus diz que temos de fazer?

3) Achar descanso para a alma é o mesmo que encontrar paz (Rm. 5.1). Você acredita que haveria alguma outra forma de nos salvarmos se Jesus não tivesse morrido e ressuscitado?

4) Como podemos agradecer a Deus por sua salvação?