sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Boletim Informativo, 14 de setembro de 2014

Meu Refúgio és Tu no Dia do Mal

por

Charles Haddon Spurgeon



“...meu refúgio és tu no dia do mal” (Jeremias 17:17).

            O caminho do cristão nem sempre é brilhante e ensolarado; ele tem suas épocas de escuridão e tormenta. É certo que está escrito na Palavra de Deus " Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz." (Pv. 3:17), e é uma grande verdade que a religião é calculada para dar ao homem tanto felicidade na terra quanto gozo no céu; mas a experiência nos diz que, se o percurso do justo é "como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito" (Pv. 4:18), às vezes, então,  essa luz fica obscurecida. Em certas épocas as nuvens encobrem o sol do crente, e ele anda na escuridão sem ver a luz. Há muitos que se regozijam na presença de Deus durante algum tempo; se aquecem no sol dos primeiros estágios de sua carreira cristã; caminham por "pastos verdejantes" junto de "águas tranqüilas", mas de repente descobrem que aquele céu glorioso está cheio de nuvens; ao invés de andar pela terra de Gósen, agora eles têm que andar pelas areias do deserto; em lugar de água doce, encontram correntes tortuosas, de águas amargas, e dizem: "Se eu fosse filho de Deus, com certeza isto não aconteceria." Oh! não digas isto, tu que estás andando na escuridão. Os melhores santos de Deus precisam beber bebidas amargas; os mais queridos de Seus filhos precisam suportar a cruz. Nenhum cristão gozou prosperidade infinita; nenhum crente pode manter o tempo todo sua harpa longe do salgueiro (Sl. 137). Talvez a princípio o Senhor lhe tenha dado um caminho suave e sem nuvens, pois você era frágil e inseguro. Ele amainava o vento para a ovelha tosquiada; mas agora que está mais forte em sua vida espiritual, você precisa ter a experiência mais madura e mais difícil dos filhos adultos de Deus. Precisamos de ventos e tempestades para exercitar nossa fé, para quebrar o galho podre da autodependência, e para nos enraizarmos com mais firmeza em Cristo. O dia do mal nos revela o valor da nossa gloriosa esperança.


Fonte: 
Morning and Evening


Avisos

Sociedades Internas e Ano Eclesiástico
Considerando a decisão do Presbitério que, reflete decisão emanada pela Assembleia do Supremo Concílio de nossa igreja, o ano eclesiástico de nossa igreja volta a ser de janeiro a dezembro. Portanto, lembramos a todos que as novas diretorias só tomarão posse no dia 31 de dezembro.

Departamental da SAF Central – Especial de Aniversário da SAF
No próximo dia 19 teremos nossa departamental especial em comemoração aos 88 anos da nossa SAF. A reunião será na residência da nossa irmã Nazira às 19:30 horas. Venha se alegrar conosco!

Reunião do Conselho
Na próxima quinta-feira, após o Estudo Bíblico, teremos nossa reunião do Conselho. Todos os presbíteros estão convocados.

INTERCESSÃO
- Israel Candido (bisneto D. diva), saúde
-  Lara, saúde

SAF EM NOTÍCIAS

1- Eleições – Nova Diretora - SAFs
       Estejamos desde já em oração, pelas eleições das Diretorias das SAFs, no mês de Outubro!

2-      OFICINA DE ARTES   
        Além do curso de Pintura em Tecido, estamos oferecendo Curso de Fitas e Curso de Bordados.  Temos também um  momento de comunhão e um delicioso café.
            As aulas acontecem às terças-feiras, no salão social da IP Central, a partir das 13:30hs.

Escala devocionais – (Oficina de Artes)
                       biblia_aberta                 
Dia 02/09 (terça-feira)
Ana Maria Taveira
Dia 09/09 (terça-feira)
Dn. Odete
Dia 16/09 (terça-feira)
Eloísa Ramos
Dia 23/09 (terça-feira)
Mizza
Dia 30/09 (terça-feira)
Dia da Secretária







Assinatura SAF em Revista anual 2015
Se você deseja adquirir a assinatura da SAF em Revista ano 2015 dê seu nome para Ana Maria. O valor da assinatura é 21,60 e deverá ser paga até o dia 30 de outubro.


Ficha Familiar
Solicitamos aos irmãos que ainda não atualizaram a Ficha Familiar que o possam fazer o mais rápido. Nosso desejo é atualizar a escala de aniversariantes, endereço, telefone, etc.. Pegue a ficha no rol de entrada do templo e entregue para um dos diáconos ou deixe no gazofilácio.

Construção e Reforma
Estamos avançando em nossos projetos de Construção e Reforma. Mas chegou a hora de contribuirmos com nossos dízimos e ofertas. Não há recursos suficientes para essa nova  fase, mas você pode ajudar com sua oferta em espécie ou em material. Procure o pb. Natanael ou o pb. Carlos Brasileiro e faça sua oferta.



Aniversariantes
14/09
Maria Aparecida dos Santos
Filadélfia
-
14/09
Adriana F. Borges
Central
3831-8583
16/09
Nazira Alves Cunha
Central
3831-1037
17/09
Carlos Reis Santos
Central
9138-1610
18/09
Felix Costa Vicente
Filadélfia

19/09
Vanessa Cristina A.R. Matos
Central
8845-4199
20/09
Davi Chagas dos Reis
Central
3831-5364





A CERTEZA DA SALVAÇÃO
R. C. Sproul

É possível alguém ter certeza de que está salvo? Alguém declarar que tem certeza da própria salvação pode parecer uma atitude de tremenda arrogância.  Mesmo assim, a Bíblia nos desafia a fazer de nossa salvação uma questão de certeza absoluta. Pedro ordena: "irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição..." (2Pe 1.10).

É nosso dever buscar com diligência a certeza de nossa salvação. Isso não é feito a partir de uma curiosidade indolente quanto ao estado da alma, mas por meio da promoção de nosso crescimento em santificação. Os cristãos que permanecem sem ter certeza da própria salvação estão sujeitos a toda sorte de dúvidas que paralisam seu caminhar com Cristo. Tropeçam nas dúvidas e ficam vulneráveis aos ataques de Satanás. Por isso temos de buscar ter plena certeza de nossa salvação. Existem quatro posições com relação à certeza de salvação.

Posição Um: Há pessoas que não estão salvas e sabem que não estão salvas. Tais pessoas são conscientes da inimizade que mantêm em seu coração contra Deus e claramente não querem nenhuma ligação com Cristo como seu Salvador. Têm a ousadia de declarar que não precisam de Cristo. Tais pessoas com freqüência são francamente hostis ao evangelho,

Posição Dois: Há pessoas que estão salvas, mas não sabem que estão salvas. Estão realmente num estado de graça, mas não têm certeza disso. Talvez estejam lutando contra o pecado em suas vidas e duvidam de sua própria salvação por causa de uma consciência perturbada. Neste grupo estão aqueles que ainda não têm certeza de que estão entre os eleitos.

Posição Três: Há pessoas que estão salvas e sabem que estão salvas. Este é o grupo dos que têm certeza de sua eleição e vocação. Têm um entendimento claro e sólido do que a salvação requer e sabem que cumpriram as exigências. Elas crêem no testemunho do Espírito Santo quando ele testificou em seu espírito de que são filhos de Deus (Rm 8.16)

Posição Quatro: Há pessoas que não estão salvas, mas confiantemente acreditam que estão salvas. Tais pessoas têm certeza sem possuírem  a salvação. A segurança delas é falsa.

Visto ser possível nutrir uma falsa certeza de salvação, como podemos saber se estamos no grupo três ou no grupo quarto? Para responder, temos de olhar mais atentamente para o grupo quatro e perguntar como é possível nutrir um falso senso de certeza.

A maneira mais fácil de nutrir uma falsa certeza da salvação é formar uma falsa doutrina da salvação. Por exemplo, se uma pessoas defende a visão universalista da salvação, pode raciocinar assim:

Todas as pessoas são salvas.  Eu sou uma pessoa.  Portanto, estou salvo.

Visto que esta doutrina é equivocada, sua certeza não tem um base sólida.

Outra maneira pela qual as pessoas garantem falsamente a si próprias que têm salvação é acreditando que irão para céu pela tentativa de viver uma vida boa. Aqueles que pensam que estão vivendo uma vida suficientemente boa para satisfazer as exigências de um Deus Santo estão simplesmente se iludindo ao pensar que estão salvos.

E quanto às pessoas que têm uma sólida doutrina da salvação? Ainda é possível que tenham uma falsa certeza? Temos de responder que sim. Uma pessoa pode crer que tem a fé salvadora, sem realmente tê-la. O teste para a certeza autêntica é duplo. Por um lado, temos de examinar nosso próprio coração para ver se temos a verdadeira fé em Cristo. É preciso ver se temos ou não um amor genuíno pelo Cristo da Bíblia, pois sabemos que tal amor por ele seria impossível sem a regeneração.

Segundo, temos de examinar o fruto de nossa fé. Não precisamos do fruto perfeito para termos certeza, mas é preciso haver algumas evidências do fruto da obediência para nossa profissão de fé tenha credibilidade. Se não há nenhum fruto presente, não há fé presente. Onde se encontra a fé salvadora o fruto da fé também se encontra presente.

Finalmente buscamos nossa certeza na Palavra de Deus, por meio da qual o Espírito Santo testifica com nosso espírito que somos filhos de Deus. "O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus." (Rm 8.16)





ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Baseado no sermão do Rev. Cleverson Gilvan
Texto: Salmo 37.3-6

Tema: Espera em Deus

            Existem alguns textos da Bíblia que são praticamente citados como talismãs da sorte. Basta um problema e uma luta para as pessoas saírem dizendo que somos mais que vencedores, que Deus ainda não completou a sua obra ou, como no texto da mensagem desta semana, que Ele satisfará os desejos do nosso coração. No entanto, a leitura incorreta da Bíblia vai aumentando a frustração daqueles que não vem os seus desejos sendo realizados ou a sua benção chegando.
            Então, o que significa essa sessão que estamos estudando? Como Deus pode satisfazer os desejos do nosso coração e qual é o mais que ele fará quando entregarmos a ele o nosso caminho?
            Medite nessas palavras e na profundidade de cada promessa de Deus.

1) A primeira exortação do texto é para que confiemos no Senhor. Essa ordem vem depois de Deus falar para o povo não se indignar por causa dos malfeitores, nem sentirem inveja dos que praticam iniqüidade. Quando você se sente prejudicado ou injustiçado, como é que você revela sua confiança em Deus?

2) Você acredita que a lógica do verso 4 é: Faça a vontade de Deus que ele fará a sua? Por que?

3) Entregar o caminho ao Senhor significa passar para os cuidados dela a nossa própria vida. Como você aconselharia um cristão, que passa por uma grave aflição, a se apropriar destas palavras? Veja o verso 5.

4) Esta semana o novo presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, disse que justiça que tarda não é justiça. Diante disso e à luz do verso 6 como podemos enfrentar tantas injustiças em nossos dias?


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Boletim Informativo, 07 de setembro de 2014


GRITO DE INDEPENDÊNCIA!
Rev. Cleverson Gilvan

            Hoje estamos comemorando os 192 anos da independência do Brasil. No dia 07 de setembro de 1822, D Pedro I rompeu os laços com Portugal com o famoso brado: Independência ou Morte! E assim iniciou um novo momento na história do Brasil. Mas este não foi o grito mais famoso de independência dado num momento tão decisivo da história, pois este na verdade foi dado pelo Senhor Jesus na cruz do Calvário.
            Na verdade não foi um único brado. Ele pode ser dividido em sete partes e todos tem um ensino especial sobre o caráter libertador da sua obra realizada em nosso favor. Ali, enquanto o sangue escorria por todo o seu corpo ele disse:

1) "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" – E assim o seu grito nos lembro do livramento da pena que estava destinada a nós, mas que fora transferida para ele. E ele também disse:
2) "Hoje mesmo estarás comigo no paraíso". E de modo majestoso nos lembrou que a eternidade era uma realidade e nela desfrutaríamos de uma comunhão especial com ele, mas enquanto contemplava a eternidade, ele também foi capaz de declarar:
3) "Filho, eis aí tua mãe". E nos ensinou que enquanto aqui há responsabilidades e obrigações que devem ser recebidas, não a despeito, é claro, da provisão divina. E na sequência também disse:
4) "Tenho sede", nos lembrando a sua agonia, a tristeza e a gravidade do momento que ele suportava por nós. Até que no momento mais terrível ele disse:
5) "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?"  E deste modo nos lembrou como a ira de Deus o havia visitado terrivelmente. Ele sentiu as dores infernais da condenação do pecado de todos os eleitos, que estava sobre ele, mas o fez com bravura e determinação, até declarar:
6) "Está consumado". E assim o preço da nossa liberdade foi pago e cancelado todo escrito de dívida que havia contra nós. E na sua última hora ele declarou:
7) "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". E o fez como quem venceu a morte, não tendo sido derrotado por ela, mas voluntariamente se entregando ao Pai, para cumprir, três dias depois, o que havia prometido, ou seja, ele não permaneceria sob o poder da morte, mas ressuscitaria.

            E deste modo ele nos lembrou que a verdadeira liberdade é maior do que aquela que o Brasil comemora hoje, porque nos lança na eternidade na certeza de que para sempre estaremos com ele: Jesus Cristo nosso libertador!



Avisos

Celebração da Ceia do Senhor
Hoje participaremos da celebração da Ceia do Senhor na Igreja Central. Prepare-se em oração para este momento tão importante da vida da igreja.


Reunião de Oração
Na próxima terça-feira teremos a reunião de oração do projeto Ana. Venha interceder pelos seus filhos e por sua família. Esperamos você nesta terça-feira.

Estudo Bíblico
Continuamos nossos estudos no Profeta Malaquias. Venha participar conosco do próximo estudo e aprenda com as lições de um Deus que ensinará sobre a diferença entre o justo e o injusto.

Assinatura SAF em Revista anual 2015
Se você deseja adquirir a assinatura da SAF em Revista ano 2015 dê seu nome para Ana Maria. O valor da assinatura é 21,60 e deverá ser paga até o dia 30 de outubro.

Ficha Familiar
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Construção e Reforma
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JUNTA DIACONAL
Peço aos Diáconos que dêem atenção especial quanto à escala. Ela sofreu pequenas alterações. Por favor, desconsiderem a escala publicada no Boletim da semana passada.
 
PROJETO VASO
No próximo final de semana, teremos a oportunidade de contribuir com o Projeto Vaso. Você pode solicitar sua sacola personalizada do Projeto ao diácono escalado, ou entregar na sacolinha de supermercado mesmo. O importante é contribuir!!!
 

ESCALA JUNTA DIACONAL -
CENTRAL E CONGREGAÇÕES
09/14
Data Alto da Estação Filadélfia Manancial Central
7-set Carlos Jonathas Mardoqueu Daniel Josué Luiz Ney
14-set Marco Túlio Igor José Humberto José Rodrigues Carlos Ney Josué
21-set Daniel Mardoqueu Jonathas José Humberto Luiz Marco Túlio Rubens
28-set Luiz José Humberto Mardoqueu Igor Carlos José Rodrigues Ney
OBS. 1: Os diáconos Josué e Luiz, são responsáveis por preparar a Santa Ceia.
OBS. 2: O Dc. Rubens não entra na escala das CONGREGAÇÕES porque é o responsável por abrir a Central na EBD TODOS OS DOMINGOS.



Aniversariantes
08/09
Alex
Manancial

08/09
Mariana Pereira Silva
Central

09/09
Jean Fellipe Bouzan Gonçalves
Filadélfia

10/09
Rayane
Manancial

10/09
Jhon Kenned Ribeiro
Alto da Estação
3831-3897
10/09
Maria Carolina Alves Nunes
Central
3831-1176
10/09
Matheus Alves Ferreira
Central
3832-4589
11/09
Taynara Greziele Torres de Sousa
Manancial

11/09
Cecília Borges dos Reis
Central
3517-1021
11/09
Diná Wenceslau dos Reis Felipe
Alto da Estação
9182-9550
12/09
Jane Assis T. Gabriel
Central
3832-3198
12/09
Izabella Cristina A.Cabral
Central
3831-8144
13/09
Naiara Madalena Silva
Alto da Estação
3832-1739
13/09
Lílian Cristina Barbosa
Filadélfia
3831-6608



  
A EXPIAÇÃO


Romanos 8:30: “A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos”.

            A expiação é uma reconciliação de partes alienadas entre si, a restauração de um relacionamento rompido. A expiação é realizada por ressarcir os danos, apagando-se os delitos e oferecendo satisfação pelas injustiças cometidas.
Segundo as Escrituras, toda pessoa peca e precisa fazer expiação de suas culpas, porém faltam o poder e os recursos para isso. Temos ofendido o nosso Criador, cuja natureza é odiar o pecado (Jr 44.4; Hc 1.13) e punir o mesmo (Sl 5.4-6; Rm 1.18; 2.5-9). Os que têm pecado não podem ser aceitos por Deus e não podem ter comunhão com ele, a menos que seja feita expiação. Uma vez que há pecado mesmo nas melhores ações das criaturas pecadoras, qualquer coisa que façamos na esperança de ressarcir os danos só pode aumentar a nossa culpa ou piorar a nossa situação, porque “o sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR” (Pv 15.8). Não há modo de a pessoa poder estabelecer a própria justiça diante de Deus (Jó 15.14-16; Is 64.6; Rm 10.2-3); isso simplesmente não pode ser feito.
            Porém, contra esse fundo de desesperança humana, as Escrituras revelam a graça e a misericórdia de Deus, que, pessoalmente, providencia a expiação que o pecado torna necessária. A maravilhosa graça de Deus é o enfoque da fé bíblica; do Gênesis ao Apocalipse, a graça brilha com glória maravilhosa.
            Quando Deus tirou Israel do Egito, ele estabeleceu, como parte do relacionamento da aliança, um sistema de sacrifícios, que tinha seu âmago no derramamento de sangue de animais “para fazer expiação por vossa alma” (Lv 17.11). Esses sacrifícios eram “típicos”, isto é, como “tipos”, prenunciavam alguma coisa melhor. Pecados eram perdoados quando os sacrifícios eram fielmente oferecidos, mas não era o sangue dos animais que apagava os pecados (Hb 10.4); era o sangue do “antítipo”, Jesus Cristo, cuja morte na cruz expiou os pecados já cometidos, bem como os pecados que seriam cometidos posteriormente (Rm 3.25-26; 4.3-8; Hb 9.11-15).
De acordo com o Novo Testamento, o sangue de Cristo foi derramado como sacrifício (Rm 3.25; 5.9; Ef 1.7; Ap 1.15). Cristo redimiu os seu povo por meio de um resgate; sua morte foi o preço que nos livrou da culpa e da escravidão ao pecado (Rm 3.24; Gl 4.4-5; Cl 1.14). Na morte de Cristo, Deus nos reconciliou consigo mesmo, vencendo a sua própria hostilidade causada por nossos pecados (Rm 5.10; 2Co 5.18-19; Cl 1.20-22). A cruz aplacou Deus. Isso significa que ela aplacou a ira de Deus contra nós, expiando nossos pecados e, desse modo, removendo-os de diante de seus olhos (Rm 3.25; Hb 2.17; 1Jo 2.2; 4.10). A cruz produziu esse resultado porque, em seu sofrimento, Cristo assumiu nossa identidade e suportou o juízo retributivo que pesava contra nós, isto é, “a maldição da lei” (Gl 3.13). Ele sofreu como nosso substituto, com o registro condenatório de nossas transgressões pregado por Deus na sua cruz, como a lista de crimes pelos quais ele morreu (Cl 2.14; conforme Mt 27.37; Is 53.4-6; Lc 22.37).
            Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra, Nota Teológica, página 1322.




ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES


Texto: Salmo 33


Este salmo é um hino de louvor.

O salmista convoca a todos os justos a louvarem ao Senhor porque Sua Palavra é Confiável e Suas Obras são Justas. Aqueles que nEle confiam, estão certos de que cumprirá Suas Promessas e que, finalmente, completará sua obra de Salvação.

O justo que conhece a bondade de Deus sempre terá em seus lábios um cântico ao Senhor, pois, por este salmo, somos dados a saber ou sermos lembrados que Aquele que habita o mais alto céus olha por nós, com Poder e Soberania, até que tudo se consuma.

Toda glória e louvor sejam dados hoje e para todo o sempre a Deus Criador, a seu Filho Jesus Cristo, nossa Palavra e ao Espírito Santo que nos faz alcançar, receber e esperar por todas estas realidades. Aleluia!


1. A que o salmista convida o justo? O que significa isto na vida cristã diária [versos 1 -3]

2. Pelo que devemos Louvar a Deus? Quais são as razões para que lhe redamos louvor? [4-19]

3. Feliz é a Nação cujo Deus é o SENHOR? Por quê? [12]

4. Cada de vocês, neste exato momento, renovem seus votos de confiança, reafirmem sua fé no SENHOR. ESPEREM nEle e por Ele; se alegrem nEle; se estribem em seu amor infalível e desejem, mais e mais, a consumação de sua eterna redenção. [20-22]

Em Cristo, Everton



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Boletim Informativo, 31 de agosto de 2014


Uma Igreja fundamentalmente missionária

Rev. Cleverson Gilvan

            Estamos encerrando o mês de agosto, o mês das missões na Igreja Presbiteriana do Brasil. Naturalmente isso não significa que este seja o único mês e o único tema em que devamos nos preocupar com esta questão fundamental. E há razões bíblicas sérias para as quais devemos considerar isto:
            A primeira razão tem a ver com a própria natureza constitucional da igreja. Sabemos que a igreja é a comunidade dos remidos do Senhor, comunidade para a qual o Senhor se revelou de modo especial através de sua Palavra, dando-lhe a missão de anunciar entre as nações a sua glória entre todos os povos as suas maravilhas. Quando Deus se revela ele nos ensina que seu propósito é ser conhecido e nessa ação ele foi “missionário”.
            A segunda razão tem a ver com o propósito divino para esta igreja constituída. O apóstolo Pedro diz: 1 Pedro 2:9 “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;”.
            A terceira razão tem a ver com a obediência ao comissionamento divino. Jesus declarou: Mateus 28:19  “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;”, e ainda, Marcos 16:15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”. Então, por obediência somos exortados a cumprir tal comissionamento.
            A quarta razão é o amor, tanto a Deus, que deve estar acima de todas as coisas, quanto ao próximo como a nós mesmos, especialmente aos perdidos. Foi o próprio Jesus quem declarou: Mateus 15:24  “Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”. 
            Assim, ao encerrarmos este mês conclamamos toda a igreja a interceder continuamente pela obra missionária, a participar entusiasticamente de seu desenvolvimento e a se dispor a ir, na medida em que oportunidades específicas forem indicadas pelo Senhor. Pense nisso hoje!     


Avisos

Estudo Bíblico
Na próxima semana continuaremos nossos estudos no profeta Malaquias. Falaremos sobre a questão do dízimo abordada pelo profeta. Venha participar conosco de nossos estudos.

Reunião de Oração
Toda terça-feira é dia de reunião de oração. Nos reunimos para interceder por nossas famílias, por nossa igreja, por nossa nação e por várias outras questões que nos são trazidas ao coração pelo Espírito Santo. Participe conosco!

Congregação da Matinha
Durante esse semestre estamos organizando uma escala especial de apoio aos trabalhos da congregação da Matinha. Se você quer nos ajudar dirigindo reuniões de oração, estudo bíblico, escola dominical ou culto, procure o pastor Cleverson.

Culto especial na Filadélfia
Nossa Congregação Filadélfia organizou um trabalho especial nesse final de semana. Desde ontem nossos irmãos estão reunidos na Chácara Vale do Sol e hoje a noite realizarão culto especial com a participação de irmãos do nosso Conselho Missionário e do Ministério de Louvor da Central. O pregador na Filadélfia será o Rev. José João.

Encontro de Casais
Teremos um momento especial com os casais da Igreja na Cong. Filadélfia no dia 06 de setembro as 19:30h. Participe.

Assinatura SAF em Revista anual 2015
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Ficha Familiar
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Construção e Reforma
Estamos avançando em nossos projetos de Construção e Reforma. Mas chegou a hora de contribuirmos com nossos dízimos e ofertas. Não há recursos suficientes para essa nova  fase, mas você pode ajudar com sua oferta em espécie ou em material. Procure o pb. Natanael ou o pb. Carlos Brasileiro e faça sua oferta.

ESCALA JUNTA DIACONAL -
CENTRAL E CONGREGAÇÕES
09/14
Data
Alto da Estação
Filadélfia
Manancial
Central
7-set
Carlos
Jonathas
Mardoqueu
Ney
Josué
Luiz
José Rodrigues
14-set
Marco Túlio
Igor
José Humberto
José Rodrigues
Carlos
Ney
Daniel
21-set
Josué
Mardoqueu
Jonathas
José Humberto
Ney
Marco Túlio
Rubens
28-set
Luiz
José Humberto
Mardoqueu
Igor
Carlos
José Rodrigues
Daniel
OBS. 1: Os diáconos Josué e Luiz, são responsáveis por preparar a Santa Ceia.
OBS. 2: O Dc. Rubens não entra na escala das CONGREGAÇÕES porque é o responsável por abrir a Central na EBD TODOS OS DOMINGOS.


Aniversariantes
31/08
Edir Cabral
Central
3831-3338
31/08
Fernando Meirelles Silva
Central
9923-7651
02/09
Marielly Santos
Manancial

02/09
Gustavo Teixeira Silva
Central
3832-1384
03/09
Michel Luiz Silva
Central

03/09
João Marcos P. de Oliveira
Central
3831-5418
04/09
Tábita dos Reis Chagas
Central
3831-7739
04/09
Maria Pereira Bragança (Vinica)
Central
3831-6518
05/09
Priscila Santos
Manancial

05/09
Emerson Esteves da Silva
Central
3832-5576
05/09
Marlene Andrade Coelho
Filadélfia
3832-5268
05/09
Moacir da F. Borges
Central
3831-8583


FÓRUM

35 RAZÕES PARA NÃO PECAR
Jim Elliff

1 - Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.

2 - Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.

3 - Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.

4 - Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.

5 - Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.

6 - Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.

7 - Porque estou fazendo o que não devo fazer.

8 - Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.

9 - Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.

10 - Porque o meu pecado entristece os santos.

11 - Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.

12 - Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.

13 - Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.

14 - Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.

15 - Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.

16 - Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.

17 - Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.

18 - Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.

19 - Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.

20 - Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.

21 - Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.

22 - Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.

23 - Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.

24 - Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.

25 - Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.

26 - Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.

27 - Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.

28 - Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.

29 - Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.

30 - Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.

31 - Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.

32 - Porque pecar significa não amar a Cristo.

33 - Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.

34 - Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.

35 - Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.

Renuncie seus direitos
Rejeite o pecado
Renove sua mente
Confie em Deus



SAF EM NOTÍCIAS

OFICINA DE ARTES   
        Além do curso de Pintura em Tecido, estamos oferecendo Curso de Fitas e Curso de Bordados.  Temos também um  momento de comunhão e um delicioso café. As aulas acontecem às terças-feiras, no salão social da IP Central, a partir das 13:30hs.

           – Escala devocionais -                                        (OFICINA DE ARTES)

Dia 02/09 (terça-feira)
Ana Maria Taveira
Dia 09/09 (terça-feira)
Dn. Odete
Dia 16/09 (terça-feira)
Eloísa Ramos
Dia 23/09 (terça-feira)
Mizza
Dia 30/09 (terça-feira)


2- Vem aí, a reunião de Planejamento
 
            - Dia: 05-09 (sexta-feira)
            - Hora: 19:30h
            - Local: Congregação Alto           
                                        da Estação


ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES
Baseado no sermão do Rev. Cleverson Gilvan

Texto: Efésios 2.11-22
Tema: Unidos pela Cruz de Cristo

            Uma das verdades mais doces da vida da igreja é a comunhão que nos foi dada na pessoa querida de Jesus. Nele fomos unidos em um só corpo e transformados em irmãos. Contudo, é importante que vivamos toda a dimensão da unidade dessa família olhando para Jesus, que nos fez viver em paz.
            Como é o seu relacionamento com seus irmãos? Há paz?
            No estudo desta semana queremos olhar para o texto de Efésios 2 e principalmente para o modo como temos vivido a comunhão para a qual fomos chamados.

1) Como era a vida dos gentios sem Cristo?

2) Como Jesus mudou esse quadro?

3) Deus fez inimigos se tornarem amigos e irmãos, como isso interfere no seu relacionamento com pessoas “difíceis” de se lidar, mas que são membros da igreja como você é?

4) Leia o verso 16 e responda: Diante desta obra grandiosa como devemos ajudar aqueles que não conseguem se relacionar bem na igreja?

5) No verso 19 ele diz que somos concidadãos dos santos e da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, onde Cristo é a pedra angular. Depois Paulo diz que somos edificados para a habitação de Deus no Espírito. Então, um “crente” que vive em guerra contra seu irmão pode estar enganado acerca da sua verdadeira identidade? Ou seja, poder ser que ele não seja crente então?