segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Boletim Informativo, 30 de agosto de 2015





JESUS ENSINOU QUE TODA CRIANÇA É PURA?

Pr. Fernando Almeida

"Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus." (Mt 18.3)

            Esse é um clássico exemplo de um texto interpretado fora do seu contexto. O resultado, na maioria das vezes, não poderia ser outro, que não a interpretação de que as crianças são moralmente puras e inimputáveis quanto ao pecado.
            A Igreja Católica ajudou bastante nisso, quando popularizou a “idade da razão”, época na qual a criança passaria a ser culpável por suas obras. Segundo eles, isso se daria por volta dos sete anos e, se morresse antes disso, iria para um lugar chamado Limbo, uma espécie de jardim da infância do purgatório.
            Claramente a Bíblia não concorda com essa conclusão. Vejamos alguns argumentos:
  •    Davi disse que nasceu em iniquidade e que foi concebido em pecado (Sl 51.5), o que é o mesmo que dizer que a presença do pecado na vida do ser humano é desde sempre.
  •    Paulo afirma que a morte é a “recompensa” pelo pecado (Rm 6.23); do que se conclui que se uma criança não fosse pecadora, ela não poderia morrer, pois a morte é a consequência direta do pecado.
  •    Acrescenta-se ainda as várias referências bíblicas sobre a necessidade de intervenção no comportamento da criança através do ensino (Dt 6.6-7; Sl 78.3-4) e da disciplina (Pv 13.24; 22.5; 29.15). Ora, se o que fazem de errado não é fruto do pecado, para que então ensiná-las e discipliná-las?
  •    Considerar uma criança espiritualmente pura, significa atribuir-lhe mérito em sua própria salvação. É o mesmo que dizer que elas não precisam de Jesus pois podem salvar a si própria.
            De fato, a criança desde muito pequena, demonstra a presença do pecado em sua vida.   A despeito de tanta fofura, elas também são capazes de fazer birra, desobedecer e expressar descontentamento até com tapas. Pais e mães conhecem bem esse tipo de comportamento.
            Então o que Jesus quis dizer com “se tornar como uma criança” para entrar no Reino dos céus? A solução passa por uma boa análise do contexto: os discípulos discutiam entre si sobre qual deles seria o maior no Reino, o que faz com que Jesus dramatize uma parábola viva diante dos seus olhos. Ele chamou uma criança e a pôs na roda dos discípulos, destacando características comportamentais inatas das crianças e que deveriam acompanhar todos os que se dizem discípulos de Cristo. No verso seguinte Jesus detalhou sua intenção em fazer essa comparação: "Portanto, aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus." (Mt 18.4). Humilhar-se, portanto, significa imitar uma criança no que tange a “simplicidade, franqueza, obediência, modéstia, humildade, confiança e fragilidade” (Hendriksen). Os discípulos estavam no caminho errado, pois é o mundo que procura a glória, o poder e a ostentação; exatamente o contrário daquilo que uma criança representa.
            Essa polêmica passagem de Mateus, portanto, não se propõe a ensinar a natureza imaculada da criança e sim, sobre as marcas fundamentais daqueles que Jesus chamou. Se a criança não for vista como pecadora, não haverá lugar para a Graça em sua vida, pois a redenção em Cristo só tem sentido para os mortos espiritualmente (Ef 2.1), independentemente da idade. 


Avisos

Culto Especial
Como sempre acontece quando temos o 5º domingo do mês, hoje teremos a participação especial das crianças de nossa UCP no culto noturno. Traga o seu filho e o incentive a participar das atividades de nossa igreja.

Reunião de Oração
Quanto tempo você tem investido na sua vida de oração? Seus filhos e sua família tem sido alvo de suas orações? Sua vida, sua saúde também? Não deixe de orar! Participe conosco de nossas reuniões. Toda terça-feira, sempre às 19:30 horas.

Estudo Bíblico
Durante a semana temos a quinta-feira separada para o Estudo Bíblico. Venha estudar conosco!

Encontro de Casais em Caldas Novas
Estamos promovendo nosso primeiro encontro de casais em Caldas Novas/GO. Nosso encontro será nos dias 20 a 22 de novembro de 2015. O investimento será de apenas R$ 700,00 por casal (despesas de viagem não inclusas). O preletor será o Rev. Lúcio, pastor da 5ª IPB de Uberlândia. Reserve já sua vaga!

Conselho Missionário
  1. Projeto Missionário na Escola Dominical:
a)      Maio e junho – Classe Primário – Rev.José João de Paula
b)      Julho e agosto – Classe Intermediário – Rev. Júlio Cesar de Melo
c)      Setembro e outubro – Classe Catecúmenos e Oficiais – Rev.Marco Antônio
d)     Novembro e dezembro – Classe Adultos – Danilo e Joelma
e)      Classe Maternal I, II e Jardim – Cofrinhos.



ANIVERSARIANTES

30/08
Marcia C. Alves Cabral
Central

30/08
Benedita Maria da Silva
Central

31/08
Edir Cabral
Central

31/08
Fernando Meirelles Silva
Central

31/08
Luan Caldeira de Oliveira
Filadélfia
8862-0400
02/09
Marielly Santos
Manancial

02/09
Gustavo Teixeira Silva
Central

03/09
Jean Fellipe Bouzan Gonçalves
Filadélfia
3832-0047
03/09
João Marcos P. de Oliveira
Central

03/09
Michel Luiz Silva
Central
8800-1250
04/09
Tábita dos Reis Chagas
Central

04/09
Maria Pereira Bragança (D.Vinica)
Central

05/09
Priscila Santos
Manancial

05/09
Emerson Esteves da Silva
Central
3832-5576
05/09
Marlene Andrade Coelho
Filadélfia
3832-5268
05/09
Odete Chagas
Filadélfia
3831-4834
05/09
Moacir da F.  Borges
Central




FÓRUM

O PERIGO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO NAS ESCOLAS

Fonte: Instituto Liberal

            Nesta semana, começa a votação, nas câmaras municipais de todo o Brasil, dos Planos Municipais de Educação, desenvolvidos para o planejamento educacional das cidades durante os próximos dez anos. Porém, uma das proposições feitas para esses planos vem gerando polêmica: a ideologia de gênero.
            A ideologia de gênero não é nada mais que a negação de que existem sexos ao nascimento, com a afirmação que a sexualidade é uma construção social, onde a pessoa escolheria o que deseja ser. É também implantada na linguagem, com a negação de gênero nas palavras, com a substituição das letras e a pela letra x; para dar um exemplo, a palavra menino, ou a sua variação no feminino, que seria a palavra menina, transformam-se em meninx, visando a neutralidade.
            A ideologia de gênero, na verdade, tem suas origens nas ideias dos pais do comunismo, Karl Marx e Friedrich Engels.
Na submissão da mulher ao homem através da família, e na própria instituição familiar, Marx e Engels entenderam estar a origem de todos os sistemas de opressão que se desenvolveriam em seguida. Se essa submissão fosse consequência da biologia humana, não haveria nada que fosse possível fazer. Mas no livro “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, o último livro escrito por Marx e terminado por Engels, esses autores afirmam que a família não é consequência da biologia humana, mas do resultado de uma opressão social produzida pela acumulação da riqueza entre os primeiros povos agricultores. Eles não utilizaram o termo gênero, que ainda não havia sido inventado, mas chegaram bastante perto.
            Tal ideologia é um crime em vários aspectos: primeiramente, se considerarmos a ideia de a administração central decidir o que o aluno deve ou não aprender, ignorando totalmente o direito de escolha dos pais em relação à metodologia de ensino desejada por eles. Segundamente, pela atribuição dos municípios perante o Plano Nacional de Educação, que é a de fornecer a chamada educação básica, que vai do chamado maternal até o quinto ano do ensino fundamental; ou seja, esse tipo de ideologia seria ensinado para crianças de 0 a 10 anos, o que seria uma afronta dos atuais administradores governamentais, “especialistas” em educação, e de suas agendas panfletárias à educação formativa fornecida pelos pais de acordo com os seus preceitos, opiniões, crenças e tradições, numa clara forma de doutrinação ideológica. Terceiro, que o gênero é um conceito ideológico que tenta anular as diferenças e aptidões naturais de cada sexo; e há ainda o quarto aspecto, que consiste em ignorar o indivíduo em prol da formação de militância e blocos coletivos.
            Não podemos deixar que o Estado tente definir o que é melhor para os nossos filhos em matéria de educação. É tarefa e direito dos próprios pais definir como esse tema será abordado e tratado nas famílias. Se os Planos Municipais de Educação forem aprovados tal como estão sendo propostos, os pais e mães brasileiros se tornarão reféns das agendas defendidas pelo governo, que, como já vimos anteriormente e como já ocorre em diversos lugares do país, distribui materiais “didáticos” que visam corromper precocemente as crianças brasileiras. Ou que se proponham novas soluções, como o voucher educacional, onde os pais escolheriam qual tipo de educação seu filho teria, com o governo apenas pagando a escola.


ESTUDO DIRIGIDO PARA GRUPOS FAMILIARES

Baseado na mensagem do Rev. Cleverson Gilvan na Igreja Central

Texto: Lucas 5.17-26

            Durante o seu ministério Jesus realizou muitas curas e em cada uma delas aprendemos que o maior milagre realizado por ele foi o da libertação do mal, curando as pessoas do pecado que as escravizava e cegava.
            Na mensagem desta semana estudaremos a cura de um paralítico da cidade de Cafarnaum e nessa passagem aprenderemos lições sobre a fé, sobre o poder de Deus e sobre o perdão de Jesus. Assim, que Deus nos dê graça para entender a dimensão da sua obra em nosso favor.

1) O verso 17 diz que o poder do Senhor estava com Jesus para curar. De que maneira você acredita que esse poder se manifesta hoje?

2) Quando os homens que levaram o paralítico desceram-no pelo eirado, Jesus testemunho a sua fé. O que significa ter fé em Jesus?

3) Por que os escribas e fariseus discordaram de Jesus?

4) Qual foi a reação do paralítico diante da cura?

5) Você já viveu uma experiência tão impressionante como essa com Jesus? Como foi?